- A nova edição de “Mossad: Os Carrascos do Kidon”, do jornalista e escritor Eric Frattini, chega ao Brasil com preço de R$ 92,00.
- O livro explora os métodos do serviço secreto de Israel, com dez capítulos inéditos e dados atualizados sobre a geopolítica no Oriente Médio.
- Frattini apresenta um retrato de 26 operações encobertas de assassinato e sequestro realizadas pelo Metsada, departamento de operações especiais do Mossad.
- O foco é no Kidon, grupo de elite responsável por execuções seletivas, que persegue alvos considerados ameaças à segurança nacional de Israel.
- A edição inclui novas operações e a biografia de Yossi Cohen, ex-comandante do Mossad, além de depoimentos que revelam a filosofia da agência sobre suas ações.
Chega ao Brasil a nova edição de “Mossad: Os Carrascos do Kidon” (Cultrix, R$ 92,00), do jornalista e escritor peruano radicado na Espanha Eric Frattini. A obra, para entusiastas de geopolítica e espionagem, leva o leitor a uma jornada investigativa pelos métodos e estratégias do serviço secreto de Israel na luta contra seus inimigos declarados.
Com dez capítulos inéditos, a edição revista e ampliada oferece uma atualização dos dados, tornando-se ainda mais relevante no contexto atual de tensões no Oriente Médio.
Em um estilo de documentário investigativo, Frattini traça um retrato perturbador e tragicamente real de 26 operações encobertas de assassinato e sequestro conduzidas ao longo de 60 anos pelo Metsada, o departamento de operações especiais do Mossad.
O foco recai sobre o Kidon (que significa “Baioneta”), o grupo de elite dentro do Metsada, responsável pelas execuções seletivas realizadas em nome da segurança nacional de Israel. O livro detalha como a agência tem se dedicado a perseguir alvos considerados ameaças existenciais, desde o nazista Adolf Eichmann até líderes da Al-Qaeda, cientistas nucleares iranianos e chefes do Hamas.
A narrativa abrange desde a criação do Mossad em 1951 e segue as movimentações da agência sob a tutela de primeiros-ministros como Ariel Sharon, Ehud Olmert e Benjamin Netanyahu.
Um dos aspectos mais impactantes do livro é a revelação de depoimentos importantes, como o de Rafi Eitan, responsável pela Metsada, que resume a filosofia da agência: “Nossa tarefa é fazer história e depois ocultá-la. De modo geral, somos honrados, respeitamos o governo constitucional, a liberdade de expressão e os direitos humanos. Porém, entendemos também que ninguém deve se interpor no que fazemos”.
A declaração encapsula o dilema central da obra: um conflito onde a moralidade, a legalidade e a geopolítica colidem violentamente.
Os novos capítulos trazem à tona operações recentes, como “Dragões e Masmorras”, “Lágrimas de Abraão”, “Porta-Bandeira” e “Colhendo Anêmonas”, mostrando o uso contínuo da política de “assassinatos direcionados” no combate ao terrorismo e à aquisição de armas de destruição em massa. A edição atualizada ainda inclui a biografia de Yossi Cohen, que assumiu o comando do Mossad em 2016.
Eric Frattini, o autor, é um especialista em segurança, terrorismo e serviços secretos, com experiência como correspondente internacional no Oriente Médio e ganhador de prêmios de jornalismo investigativo. Sua experiência garante a precisão jornalística que torna a obra tão aterradora.
Entre na conversa da comunidade