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Nada é o que parece: investigações revelam versões distintas

Nova capa recria a ideia de 2018 com coelho de balões em DIY, envolvendo estagiária e profissionais para chegar ao clique final e aos bastidores

Fotografia da cabeça do coelho de balão que foi usado na capa.
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  • A ideia de capa da Super é uma releitura da edição de 2018, mantendo o mesmo tema, mas com um coelho feito de balões em vez da escultura de pelúcia da época, produzida com várias mãos.
  • O processo foi DIY: balões, tutoriais e testes com técnicas não triviais, incluindo uso de cola quente para unir as peças e garantir estabilidade na foto.
  • A equipe envolvida incluiu a estagiária Rafaela Reis, universitários, Luiz F. Pilato (design e edição) e Eduardo Dulla (estúdio de foto), além de ajustes na pós-produção.
  • Foram criados diferentes componentes do coelho (cabeça, orelhas, corpo) e testadas várias combinações para chegar ao resultado final, com direção de arte e prepared shots.
  • O resultado final foi produzido no estúdio, com a imagem final passando por retoques de cor e montagem na pós-produção; a reportagem comenta o bastidor e o conceito por trás da capa.

O segundo post do Blog Por Trás da Página detalha como as capas da Super escondem mais do que aparentam, revelando um processo colaborativo de criação. A matéria enfatiza que nenhuma imagem nasce de forma isolada, mas por meio de várias mãos.

Relembrando a edição de 2018, a capa da edição 395 parecia um ursinho de pelúcia, porém era uma escultura artesanal, composta com participação de designers e diretores. O recurso criativo chamava atenção pela ilusão de leitura.

A produção atual repete a ideia com uma coelha de balões, feita de forma DIY, com improvisos e testes. O projeto envolve estagiária, universitários, Luiz F. Pilato e Eduardo Dulla, além da etapa de pós-produção para chegar ao clique final.

Bastidores da nova capa

A diretora de arte contou com a aprovação do editor-chefe e da repórter antes de iniciar. Rafaela Reis, estagiária, ajudou a selecionar tutoriais de balões, buscando modelos que combinassem com o conceito.

Inicialmente, houve dificuldade com o tamanho dos balões canudos, que variava entre Brasil e Rússia. Para manter a estabilidade, a equipe optou por dividir o coelho em partes e montá-lo no estúdio.

Buscas por escultores de balão em São Paulo foram feitas para viabilizar o ensaio no estúdio e evitar problemas de transporte. Ao final, meus ajustes na cor e no formato, somados à contribuição de Pilato, resultaram na versão final.

O também colaborou com a edição de imagem na pós-produção, ajustando cores, formas e detalhes. O resultado final foi registrado pela produção e está presente na reportagem completa da Super.

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