- O LensCulture Street Photography Awards 2025 reuniu imagens de ruas de 23 países, com foco em variedade de temas e perspectivas.
- Primeiro lugar: Jozef Macak, série Tides of Life, retrata o Buriganga, em Dhaka, Bangladeshi, mostrando a relação entre a vida da cidade e o rio diante do crescimento urbano.
- Segundo lugar: David Masoko, Dislocated Presences, apresenta fragmentos de grandes cidades em que a presença humana se dissipa, buscando entre o acaso e o composto.
- Terceiro lugar: Chervine Dalaeli, Silent Motion, Vibrant Stillness, explora o equilíbrio entre movimento e tranquilidade na paisagem urbana.
- Picks do júri: obras como Doggy Bag, Beach Epiphany, Identity, Synchronicities e Cartago destacam fotografias adicionais selecionadas pelo comitê de jurados.
O LensCulture Street Photography Awards 2025 premiou fotógrafos de 23 países, com vencedores da categoria principal e várias escolhas de jurados. As imagens mostram cenas urbanas, retratos e paisagens que vão desde rios urbanos até cenas de ruas internacionais. O objetivo é apresentar o que aconteceu sem linguagem opinativa.
Entre os vencedores, Jozef Macak ficou em primeiro lugar com a série Tides of Life, capturada no Bangladech, explorando a relação entre povo e água no Buriganga. David Masoko ficou com o segundo lugar na mesma categoria, em Dislocated Presences, com imagens feitas em grandes cidades ao redor do mundo. Em terceiro, Chervine Dalaeli apresentou Silent Motion, Vibrant Stillness, que combina movimento e quietude na cidade.
Vencedores da categoria principal
Luca Paccusse recebeu a menção Doggy Bag, com registro em Roma que mostra um turista e seu cachorro durante uma selfie perto do Coliseu. Rodrigo Koraicho teve Beach Epiphany, sobre a paisagem social de Miami Beach e as relações entre corpos e identidades. Jan Janssen ficou com Identity, explorando a Bear Dance de Romênia na virada do ano.
Jurados e destaques adicionais
Kebs Cayabyab apresentou Synchronicities, enquanto Étienne Perrone ficou com Dreams Happen After Dark. Javier Arcenillas trouxe Cartago, com uma jovem adormecida em trem entre Carthage e Tunis. Tittu Shaji Thomas ficou com The Pause Before Light, registrado em Delhi, e Bartosz Michalik assinou Mirror, com nuances históricas em Londres. Antoine Rozès participou com San Francisco Blues, expressão de sentimentos durante o trajeto urbano.
Entre na conversa da comunidade