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Galeria de mercado de rua na Cidade do México torna a arte acessível

Galería Tianguis Neza oferece arte a preços de tianguis em La Lagunilla, fortalecendo renda de artistas e dinamizando o espaço aos domingos

Art-curious shoppers at La Lagunilla visit the market’s Galería Tianguis Neza
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  • Galería Tianguis Neza funciona aos domingos no mercado de rua La Lagunilla, perto do centro de Cidade do México, oferecendo obras a preços de tianguis diretamente dos artistas.
  • O projeto foi criado em 2021 por Luis Valverde, em parceria com o artista David Azael, para gerar renda durante a pandemia e facilitar a participação no mercado de arte.
  • A ideia é criar um ambiente acessível para artistas e compradores casuais, com espaço para amigos e artistas que solicitam oportunidade de exposição.
  • A cada domingo, a galeria recebe visitantes e pode reunir artistas como Tania Candiani e Teresa Margolles, além de curadores, com visitantes estrangeiros cada vez mais presentes.
  • O impacto é visível na vizinhança: a Rua Jaime Nunó passou a ser um corredor de arte, com feiras locais e marcas independentes ganhando espaço.

A Galería Tianguis Neza funciona aos domingos no mercado de rua La Lagunilla, próximo ao centro de Cidade do México, conhecido pela combinação de antiguidades e bebidas micheladas. A proposta oferece obras vendidas a preços de tianguis, direto dos artistas, para curiosos e colecionadores.

O projeto nasceu em 2021, idealizado pelo artista Luis Valverde em parceria com David Azael, para gerar renda durante a pandemia. A ideia foi criar um espaço de acolhimento que aproximasse artistas do público, sem o formato tradicional de galeria.

Os visitantes podem encontrar nomes como Tania Candiani e Teresa Margolles, além de curadores, com público cada vez mais diversificado, incluindo estrangeiros. A iniciativa é destacada por favorecer o acesso a arte em regiões com menos recursos.

Viviana Martínez, artista mexicana, aponta que o projeto favorece comunidades com escassez de recursos ao tornar o espaço público mais acessível e apresentar obras locais de forma mais direta. A proposta é vista como uma forma de dissidência ao transformar a rua em galeria.

O impacto vai além da mostra semanal: a rua Jaime Nunó ganhou status de corredor de arte, com stands complementares de criadores locais e marcas independentes de moda, fortalecendo a circulação cultural na região.

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