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Mundo onírico de Henri Rousseau ganha exposição no Orangerie

Exposição na Orangerie reúne cinquenta obras de Henri Rousseau, em parceria com Barnes Foundation, destacando trajetória e estilo do artista

Visitors discover an immersive digital art exhibition dedicated to the naive French painter Henri Rousseau, in Dortmund, on Tuesday 30 September 2025.
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  • Exposição em Paris, no Musée de l’Orangerie, reúne cerca de cinquenta obras de Henri Rousseau, sob o título Henri Rousseau: The Ambition of Painting, resultado de uma parceria entre o Musée d’Orangerie e a Barnes Foundation, dos EUA.
  • Rousseau, autodidata conhecido como Le Douanier por trabalhar na alfândega, enfrentou críticas ao longo da vida, com a percepção de naivete em seus primeiros trabalhos.
  • A mostra destaca o estilo do artista em cenas de junglas exuberantes com animais, como A leoa, faminta, ataca a gazela, entre outras obras.
  • Também está em exibição A empresaria Sleeping Gypsy, cedida pelo Museum of Modern Art (MoMA) de Nova York, um dos seus quadros mais famosos e misteriosos.
  • O interesse americano pela obra de Rousseau é lembrado pela curadoria, citando a aquisição de obras pelo MoMA e exposições iniciadas já na década de mil e novecentos e trinta e atividades de colecionadores nos Estados Unidos.

O Musée de l’Orangerie, em Paris, inaugura a exposição Henri Rousseau: The Ambition of Painting, resultando de uma colaboração sem precedentes com a Barnes Foundation, de Filadélia. A mostra reúne cerca de 50 obras do pintor francês (1844-1910) para revelar a vida e a trajetória do artista conhecido como Le Douanier.

A curadoria destaca a evolução de Rousseau, que deixou o emprego na alfândega para se dedicar à pintura somente perto dos 50 anos. Segundo Claire Bernardi, diretora do Orangerie, o empréstimo internacional foi fundamental para montar o conjunto de obras. Juliette Degennes, co-curadora, ressalta que a formação autodidata e a ausência de curso formal marcaram o perfil do artista.

O destaque principal inclui telas de junglas luxuriantes habitadas por animais, como A leoa faminta que ataca a gazela, que ilustram o repertório emblemático de Rousseau. A exposição também apresenta A Báquia da Noite, em empréstimo do MoMA, uma das obras mais enigmáticas do pintor e considerada uma de suas grandes criações.

A reativação de interesse pela obra de Rousseau tem raízes históricas nos Estados Unidos, onde colecionadores como Albert C. Barnes desempenharam papel decisivo. Degennes comenta que empréstimos de instituições americanas, como MoMA, contribuíram para o reconhecimento internacional do artista desde o início do século XX.

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