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Museu Histórico da Cidade celebra saberes indígenas no Rio de Janeiro

Festival Motirõ celebra saberes indígenas no Rio, com oficinas e rodas de conversa gratuitas no Museu Histórico da Cidade, na Gávea

A curadora do Festival Motirõ, Emiliana Marajoara. Foto: Pedro Grapiúna/Divulgação
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  • O Museu Histórico da Cidade, na Gávea, recebe no sábado o festival Motirõ – Palavras da Mata, dedicado à ancestralidade indígena no Rio de Janeiro, com início às 10h.
  • O evento é gratuito e reúne escritores, artistas plásticos, artesãos, professores, músicos e outros produtores culturais do Rio, com oficinas de confecção de maracás, sonoridades arbóreas com bambu e atividades com sementes e CDs.
  • A programação infantil inclui rodas de contação de histórias e intervenções artísticas com grafismo, sob curadoria de Emiliana Marajoara.
  • Participam representantes de etnias como Puri, Tupinambá, Xavante, Guajajara, Marajoara, Xakriabá e Anambé, reforçando a visibilidade da produção indígena na cidade.
  • Dados do Censo Indígena de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística indicam quase 1,7 milhão de indígenas no Brasil; no Rio, são cerca de 16.994 pessoas, com 176 etnias na capital.

O Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro recebe neste sábado o festival Motirõ – Palavras da Mata, uma celebração à ancestralidade indígena. O evento, gratuito, acontece a partir das 10h e reúne escritores, artistas plásticos, artesãos, professores e músicos que vivem na cidade. A curadoria fica a cargo da escritora e arte-educadora Emiliana Marajoara.

Ao longo do dia, o público poderá participar de intervenções artísticas, oficinas artesanais e rodas de conversa sobre educação e a força da literatura dos povos originários. Entre os destaques estão oficinas de confecção de maracás, sonoridades arbóreas com bambu e atividades com sementes e CDs reciclados.

Para crianças, há contação de histórias e intervenções com grafismo e pinturas corporais tradicionais. O projeto é financiado pelo Edital Viva o Talento – Edição Rio Capital Mundial do Livro, integrado à PNAB. O museu fica na região da Gávea.

Interculturalidade

Convidados incluem Urutau Guajajara, pesquisador de linguística e defensor dos direitos indígenas; Daua Puri, fundador do Museu da Cultura Puri; Potyra Krikati, artesã e ativista; além de Emiliana Marajoara. O evento reúne representantes de várias etnias, reforçando a presença indígena na cidade.

Segundo o IBGE, o Brasil tem quase 1,7 milhão de indígenas (0,83% da população). No Rio de Janeiro, são cerca de 16.994 pessoas, com quase 94% vivendo em áreas urbanas. O estado abriga 207 etnias, colocando o Rio em sétimo lugar no país. No município, existem 176 etnias, tornando a cidade a terceira mais diversa do Brasil.

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