- A Suíça abriga fábricas de chocolate altamente sustentáveis, com a Halba em Pratteln sendo a fábrica de chocolate mais sustentável do país e segunda no mundo, segundo o Chocolate Scorecard.
- A Halba opera com agroflorestamento dinâmico em países produtores, investindo na plantação de cacau junto a árvores frutíferas e madeireiras para preservar solo, biodiversidade e renda de famílias locais.
- O portfólio da Halba vai de barras tradicionais a combinações como Pistache Noir e Morango com Matcha, com quase noventa por cento dos produtos possuindo selos de sustentabilidade.
- Em Basel, o Xocotour destaca o conceito “bean to bar”, com tours pela cidade e visitas a lojas de produtores que controlam todas as etapas da produção de chocolate artesanal.
- O Chocolate Express leva turistas de Berna a Broc, com visita à Maison Cailler e experiência de chocolatier, seguida de passeio a Gruyères, famoso pela gastronomia local, incluindo o queijo, e encerrando na Fondue Academy.
Entre montanhas e chocolate: Suíça adota modelo de produção sustentável e turismo chocolatière
A Suíça concentra uma linha de produção de chocolate sustentável, destacando Halba (Pratteln) como referência global. O roteiro combina visitas técnicas, cultura local e experiências sensoriais, com foco em responsabilidade social e ambiental.
A viagem percorre cidades como Basileia e Gruyères, conectadas por trem, com passes que incentivam o turismo de modo eficiente. O objetivo é evidenciar o papel do setor caficultor no desenvolvimento regional e ambiental.
Halba em Pratteln: sustentabilidade e impacto global
Halba, braço industrial do grupo Coop, é apontada como a fábrica de chocolate mais sustentável da Suíça e segunda no ranking mundial. A avaliação considera práticas de produção e cadeia de suprimentos.
A empresa pratica agroflorestamento dinâmico em países como Equador, Gana e Honduras. Cacau, árvores frutíferas e madeira são combinados para conservar solo, biodiversidade e renda familiar.
Quase 90% dos produtos exibem selos como Fairtrade Max Havelaar ou Bio Suisse. As linhas vão do chocolate ao leite cremoso a opções com Pistache Noir e Morango com Matcha.
Lydia Toth, da Chocosuisse, afirma que o compromisso é um pilar inegociável. Consumidores suíços exigem qualidade aliada a responsabilidade social.
Basileia: cultura do bean to bar
Em Basileia, o Xocotour leva o visitante ao conceito bean to bar, com produção controlada por pequenos produtores. A ideia é ampliar o rigor técnico em cada etapa.
Na loja Xocoalt, observa-se o artesanato local e a realização de checagens de qualidade que diferenciam a produção artesanal da industrial. O passeio destaca a ligação entre produtores e práticas sustentáveis.
Durante o roteiro, visitas à Schiesser (fundada em 1870) e à Beschle revelam tradição e diversidade de chocolates e confeitos locais. O tour inclui pausa para degustação e aprendizado.
Chocolate Express: Berna a Broc, uma experiência de trem
O Chocolate Express parte de Berna em direção a Broc, com cerca de 1h30 de viagem. Ao chegar, a Maison Cailler oferece tours interativos sobre a história da família Cailler.
Fleur Helmig, diretora do museu da Cailler, destaca que o leite das áreas leiteiras de Gruyères é parte essencial do sabor. A viagem combina paisagens e formação técnica.
Ao fim, o visitante pode participar de um workshop de chocolatier, moldando e decorando uma barra personalizada. A loja da fábrica oferece grande variedade de produtos.
Gruyères: charme medieval e fondue
A jornada encerra em Gruyères, vila medieval acessível em poucos minutos de Trem Broc-Fabrique. A cidade conserva um castelo histórico e ruas de pedra que atraem turistas.
Hospedagem é no Hotel de Gruyères, com visitas ao castelo e ao Château. O almoço no Chalet de Gruyères destaca o queijo local, parte do ecossistema do leite suíço.
A Fondue Academy fecha o passeio, combinando aprendizado, tecnologia e tradição. O resultado é um mosaico de experiências que une chocolate, queijo e museus locais.
A equipe agradece à Visit Switzerland pelo convite e apoio na ocasião.
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