- Grupo Pigmalião estreia a peça “Fábulas Antropofágicas”, com marionetes para criticar o poder e abordar dilemas contemporâneos.
- Após três anos de temporada internacional, o espetáculo passa a circular nacionalmente no Brasil.
- A produção é uma adaptação de uma peça que já percorreu palcos internacionais, destacando-se no cenário de marionetes.
- O grupo é reconhecido pela linguagem inovadora e pelo uso de marionetes como ferramenta de crítica social, visando público jovem e adulto.
- A montagem propõe reflexão sobre o poder e suas manifestações na sociedade atual.
O Grupo Pigmalião estreia a peça Fábulas Antropofágicas, uma produção que usa marionetes para discutir poder e política. Após uma temporada internacional de três anos, o espetáculo passa a circular no Brasil.
A obra permanece fiel ao estilo do grupo, combinando linguagem de marionetes com críticas sociais. A obra busca provocar reflexão sobre dilemas da sociedade atual e as manifestações de poder.
A estreia nacional ocorre em meio a uma circulação internacional que consolidou a produção como referência no cenário de teatro de bonecos. O objetivo é dialogar tanto com público jovem quanto adulto.
Contexto
Fábulas Antropofágicas é uma adaptação de peça que já percorreu palcos internacionais por três temporadas. A produção reforça a proposta de inovação cênica do grupo e a busca por novos formatos.
O objetivo é manter a proposta de confrontar o público com temas políticos por meio de narrativas espelhadas em fábulas. As marionetes servem como ferramenta para crítica social.
Sobre o grupo
O Grupo Pigmalião é reconhecido pela linguagem experimental e pela função social de suas obras. A companhia tem tradição de discutir poder, identidade e temas contemporâneos de forma contundente.
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