- O Metropolitan Museum of Art vai abrir, neste verão, uma exposição de Giacometti no Temple of Dendur, espaço egípcio antigo.
- A mostra intitulada Giacometti in the Temple of Dendur reúne 17 esculturas: 14 da Fondation Giacometti e o restante do acervo do Met.
- A abertura oficial ocorre em 12 de junho, com Walking Woman (I), de 1932, no hall de ofertas, e Women of Venice, de 1956, na varanda do templo.
- O Temple of Dendur data de cerca de 10 a. c.; o templo foi aberto ao público no Met em 1978, e Giacometti destacou a influência da arte egípcia em sua obra.
- A exposição é uma co-produção dos departamentos de Egito e de arte moderna/contemporânea do Met, com curadoria de Aude Semat, Stephanie D’Alessandro e Emilie Bouvard.
O Metropolitan Museum of Art anuncia uma exposição rara: Giacometti no Temple of Dendur. A mostra de esculturas do mestre suíço será montada neste verão, em um espaço pouco utilizado para exposições. Estarão em exibição 17 works, sendo 14 pertencentes à Fondation Giacometti e os demais ao acervo do Met. A galeria de arte moderna do museu está fechada temporariamente para reformas, o que torna a exibição ainda mais relevante para a instituição.
A curadoria é conjunta entre as áreas de Egiptologia e de Arte Moderna e Contemporânea do Met, com participação de representantes como Aude Semat e Stephanie D’Alessandro, além de Emilie Bouvard, da Fondation Giacometti. A mostra associa o passado antigo ao modernismo, seguindo uma linha de ações anteriores do museu que misturam temas históricos com obras contemporâneas.
Detalhes da exposição
A inauguração ocorre em 12 de junho, com a apresentação de Walking Woman (I), de 1932, uma das esculturas mais conhecidas de Giacometti. A peça estará no hall de entrada do Temple of Dendur, que data de aproximadamente 10 BCE. Também será exibida Women of Venice (1956) na varanda da estrutura.
Segundo o Met, Giacometti foi influenciado pela arte egípcia antiga, experiência que o artista teve nos estágios iniciais de sua carreira em Florença e Roma. A instituição destaca que a mostra reforça a ideia de que o passado pode dialogar com a produção moderna, ampliando a compreensão da presença humana na escultura.
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