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Tricô: terapia, renda e inovação que impactam a sociedade

Tricô se firma como terapia, fonte de renda e inovação, conectando bem‑estar, moda sustentável e comunidades online em expansão

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  • O tricô é versátil e pode beneficiar a saúde mental, atuando como atividade terapêutica.
  • O portal Elle sugere inovações de styling com tricô, incluindo combinar com vestidos, amarrações na cintura e uso com blazer.
  • A moda valorizou o tricô a partir de 1968, com Sonia Rykiel, influenciando nomes como Audrey Hepburn e Brigitte Bardot.
  • A prática tem origem antiga, com exemplos no século XI no Egito, e teve incentivo tecnológico com a primeira máquina de tricô em 1589.
  • Hoje o tricô também está associado à moda sustentável, à socialização em comunidades online e a possibilidades de renda e apoio social.

O tricô, além de compor looks, é reconhecido por benefícios à saúde mental, funcionando como atividade terapêutica. O portal Elle apresenta caminhos para inovar nas produções com estilo e surpreender em qualquer ambiente.

A prática remonta a séculos atrás, com exemplos antigos no Egito e menções na Odisseia de Homero. A primeira máquina de tricô surgiu em 1589, impulsionando a produção têxtil na Europa.

Na Idade Média, a técnica servia a nobres e à igreja, com usos como capas de travesseiro encontradas em tumbas espanholas. Em guerras, o tricô ganhou papel de apoio aos soldados.

A moda só ganhou impulso significativo na década de 1960, quando Sonia Rykiel valorizou o tricô com peças minimalistas e coloridas, influenciando celebridades como Audrey Hepburn e Brigitte Bardot.

A partir dos anos 1950, o tricô passou por transformações nos fios e padrões, enfrentando fases de desvalorização, mas ganhou nova energia com a internet e as redes sociais.

No século XXI, o tricô se consolidou como fenômeno global, associado à moda sustentável e à economia criativa. Comunidades online compartilham projetos e tutoriais.

O ato artesanal também funciona como socialização, com grupos que promovem projetos beneficentes e fortalecem vínculos. A prática combate o isolamento e pode gerar renda.

Além do lazer, o tricô é visto como expressão criativa e recurso terapêutico, contribuindo para bem-estar físico e mental, de acordo com as tendências apresentadas pelo Elle.

O conteúdo aponta combinações de estilo, como tricô com vestidos, amarrações na cintura e uso de cetim, destacando versatilidade, camadas e texturas na moda atual.

Em síntese, o tricô permanece relevante como arte, terapia e oportunidade econômica, com raízes históricas profundas e presença marcante na moda contemporânea.

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