- A Oca, no Ibirapuera, abre em 6 de maio a exposição Edo Rocha: Arte e Arquitetura, reunindo mais de quatrocentos trabalhos que abrangem seis décadas da carreira do artista.
- A mostra, curada por Agnaldo Farias, ocupa quatro andares do edifício projetado por Oscar Niemeyer e reúne desenhos, pinturas, esculturas, fotografias, instalações, maquetes e plantas de projetos urbanísticos.
- O objetivo é evitar hierarquias entre obras históricas e contemporâneas, dialogando desde peças da X Bienal de São Paulo (1969) até projetos atuais, como a instalação em torno do Allianz Parque.
- No segundo pavimento, o público acompanha séries fotográficas inéditas de 2026 — Japão, Wabi Sabi e O Cosmo —, este último com instalação de oitenta monitores suspensos e fundos espelhados.
- No térreo inferior, um piano de cauda reproduz performances de grandes pianistas com projeções, e a exposição destaca sustentabilidade ao usar painéis acústicos de PET reciclado, encerrando com uma obra educativa sobre crise hídrica e impacto humano no planeta.
A Oca do Ibirapuera recebe a exposição Edo Rocha: Arte e Arquitetura, que abre ao público nesta quarta-feira, 6 de maio. A mostra retrospectiva reúne mais de 400 trabalhos, cobrindo seis décadas de carreira do artista e arquiteto, explorando a relação entre arte e prática de projeto.
A curadoria é de Agnaldo Farias e a mostra ocupa os quatro andares do edifício. O acervo é diverso, incluindo desenhos da adolescência, pinturas, esculturas, fotografias, instalações, além de maquetes e plantas de projetos urbanísticos. O objetivo é mostrar a produção integrada de Rocha.
A organização não estabelece hierarquias entre obras históricas e projetos contemporâneos. Entre os destaques está a instalação dedicada ao Allianz Parque, dialogando com as obras Onda Verde e Palmeiras, revelando a atuação multidisciplinar do artista.
Fotografia e tecnologia
No segundo pavimento, o público encontra três séries fotográficas inéditas produzidas em 2026: Japão, Wabi Sabi e O Cosmo. A última se desdobra em uma instalação com 80 monitores suspensos, fundos espelhados e efeito de caleidoscópio.
No térreo inferior, a música ganha protagonismo com um piano de cauda que executa performances de grandes pianistas, sincronizadas com as projeções exibidas no espaço.
Sustentabilidade e futuro
Mantendo o vínculo entre design e meio ambiente, Rocha utiliza painéis acústicos de PET reciclado na expografia. A mostra encerra com uma obra educativa, que utiliza recursos audiovisuais para discutir a crise hídrica e o impacto humano no planeta, reforçando o compromisso com a sustentabilidade.
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