- A mostra entre acervos inaugura no dia 14 de maio, às 19h, no Museu de Arte de Brasília (MAB.
- Reúne mais de sessenta obras de dez acervos brasilienses, sendo nove de pequenos colecionadores.
- A curadoria ficou a cargo de Cleber Cardoso Xavier e Júlia Barbosa, com obras de Athos Bulcão, Manabu Mabe, Nelson Maravalhas e presença de artistas mulheres como Zuleika de Souza, Lêda Watson, Clarice Gonçalves, Denise Camargo e Luisa Gunther.
- A exposição apresenta pinturas, gravuras, desenhos e fotografias, destacando variedade de suportes e temas do cotidiano, como cenas de bar e paisagens urbanas.
- O objetivo é incentivar o início de uma coleção por moradores de Brasília, com título em letras minúsculas para representar desde acervos pequenos até grandes.
A mostra entre acervos, da cidade, chega ao Museu de Arte de Brasília (MAB) com o objetivo de demonstrar que é possível iniciar uma coleção de arte mesmo com recursos limitados. A inauguração acontece nesta quinta-feira, 14 de maio, às 19h, no MAB, com curadoria de Cleber Cardoso Xavier e Júlia Barbosa.
Ao todo, a exposição reúne mais de 60 obras de dez acervos, sendo nove de pequenos colecionadores de Brasília. As peças pertencem a diferentes artistas, incluindo nomes como Athos Bulcão, Manabu Mabe e Nelson Maravalhas, além de uma expressiva presença feminina com obras de Zuleika de Souza, Lêda Watson, Clarice Gonçalves, Denise Camargo e Luisa Gunther.
A curadoria enfatiza a diversidade de suportes e formatos, destacando pinturas, esculturas, gravuras e desenhos. A proposta é mostrar a variedade de linguagens que compõem o acervo local, com foco em cenas do cotidiano e paisagens urbanas.
Sobre a mostra
Os curadores explicam que a palavra entre acervos surgiu para ilustrar a ideia de transformar pouco recurso em uma coleção inicial. Segundo Xavier, o objetivo é incentivar moradores de Brasília a começar uma trajetória de aquisição de arte.
Seleção e impacto
A seleção valoriza a relevância histórica dos artistas e o potencial de crescimento no sistema artístico. A mostra também ressalta a diferença de suportes, como óleo sobre madeira e tela, com propostas que vão de geografias geométricas a cenas do cotidiano.
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