- A Pinacoteca de São Paulo abriu, no último sábado, uma exposição com 27 gravuras de Beatriz Milhazes, produzidas entre 1996 e 2019, em parceria com Jean-Paul Rusell.
- É a primeira vez que o conjunto é exibido integralmente e a Pinacoteca é o único museu do mundo a possuir esse núcleo da artista.
- Milhazes utiliza florais, mandalas e geometrias para criar composições de cores que chegam a quase dois metros de largura em algumas obras, com camadas e profundidade incomuns para a gravura.
- A mostra fica no segundo andar da Pina Estação, sob curadoria de Renato Menezes.
A Pinacoteca de São Paulo inaugurou no último sábado, dia 16, uma mostra dedicada a Beatriz Milhazes, obra menos óbvia e mais sofisticada da artista. A curadoria é de Renato Menezes.
A exposição reúne 27 gravuras produzidas entre 1996 e 2019, criadas em parceria com Jean-Paul Russell, fundador da Durham Press, estúdio de impressão da Pensilvânia. Pela primeira vez, o conjunto é exibido integralmente.
A Pinacoteca é o único museu do mundo a possuir esse núcleo de obras da artista, o que ressalta a importância da coleção para o acervo. Milhazes transfere para a gravura o rigor visual das suas pinturas e costuma usar camadas, transparências e profundidade cromática.
Detalhes da mostra
Algumas peças chegam a quase dois metros de largura, desafiando a lógica tradicional da serigrafia. A exposição explora geometria tropical, com flores, mandalas e arabescos em composições de cores hipnóticas.
A mostra fica no segundo andar da Pina Estação, com curadoria de Renato Menezes. A prática de Milhazes na gravura revela o mesmo cuidado técnico presente em sua produção pictórica, ampliando o diálogo entre técnicas.
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