- A exposição em São Paulo resgata a trajetória de Frei Agostinho de Jesus, reconhecido como precursor da arte sacra no Brasil colonial.
- A mostra, na Fundação Maria Luisa e Oscar Americano, reúne 48 obras do artista, incluindo terracota, prataria sacra e textos históricos.
- A curadoria é de Rafael Schunk e a curadoria mostra a influência de diversas culturas e do sincretismo religioso nas obras.
- O projeto destaca o papel de São Paulo como polo da arte sacra produzida em terracota devido às trocas culturais.
- A visita é gratuita às terças-feiras; de quarta a domingo, a entrada custa R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia); exposição segue até o fim de setembro. Endereço: Avenida Morumbi, 4077; horário: 10h às 17h30.
A mostra dedicada a Frei Agostinho de Jesus está aberta em São Paulo, na Fundação Maria Luísa e Oscar Americano, nesta semana. O conjunto exibe trabalhos do artista, considerado um dos precursores da arte sacra no Brasil colonial. A organização é da própria instituição.
Ao todo são 48 peças, entre esculturas em terracota e prataria sacra, além de textos históricos e outras produções. A curadoria é de Rafael Schunk, que destaca a influência de distintas culturas e de redes comerciais no desenvolvimento da arte sacra brasileira.
A exposição analisa como o sincretismo religioso moldou as obras e como populações indígenas trouxeram elementos locais, como a terracota, para o repertório sacro. Esses traços passaram a compor o Barroco brasileiro, influenciando o que se tornou tradição na região.
Contexto e alcance
São Paulo emerge, segundo a curadoria, como polo de produção de arte sacra em terracota devido às trocas culturais da época. A mostra propõe entender a circulação de referências entre comunidades diferentes e seu impacto artístico.
A Fundação Maria Luísa e Oscar Americano fica na Avenida Morumbi, 4077, e a entrada é gratuita às terças-feiras. Em outros dias, o ingresso inteiro sai por R$ 40 e a meia por R$ 20. O espaço funciona de terça a domingo, das 10h às 17h30.
A mostra permanece em cartaz até o fim de setembro, oferecendo aos visitantes uma leitura crítica da trajetória de Frei Agostinho de Jesus e de sua relação com o contexto histórico da arte sacra no Brasil.
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