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Vice-presidente da Universal afirma que o Epic não é o fim, novidades virão

Epic Universe completa um ano em operação, movimentando US$ 2 bilhões e gerando mais de 65 mil empregos, marcando nova fase para a Universal em Orlando

Epic Universe: o parque, que levou dez anos para ser inaugurado, entre projeto e construção, é o mais inovador e imersivo da Universal (Sofia Cerqueira/VEJA)
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  • Epic Universe, o quarto parque da Universal, completou um ano de operação em 22 de maio e impulsionou o turismo, a infraestrutura e a economia de Orlando, movimentando US$ 2 bilhões e gerando mais de 65 mil empregos diretos e indiretos.
  • Marcos Barros, vice-presidente de Vendas e Marketing para a América Latina, participou ativamente do planejamento de lançamento e do posicionamento do Epic Universe para o mercado latino-americano, especialmente no Brasil.
  • A Universal afirma que o Epic Universe não é o fim, e sim o início de uma nova fase, com novidades por vir, incluindo a montagem de novas atrações como Fast & Furious: Hollywood Drift, que chega ao Universal Studios Florida em 2027.
  • A companhia já sinaliza mais investimentos, com o Universal Kids Resort em Frisco, Texas, o Universal Horror Unleashed em Las Vegas e o primeiro complexo na Europa, no Reino Unido, com entrega até 2031.
  • O diferencial da Universal é atender diferentes perfis familiares de forma integrada, com hotéis próximos aos parques, benefícios exclusivos e uma estratégia de marca desafiadora no mercado, fortalecendo a experiência como destino de férias.

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Marcos Barros, vice-presidente de Vendas e Marketing para a América Latina na Universal Destinations & Experiences, descreve o Epic Universe como o início de uma nova fase, e não o ápice. Em Orlando, o parque completou um ano de operação no dia 22 de maio. O lançamento impulsionou turismo, infraestrutura e empregos na região. Em 12 meses, o Epic moviu cerca de US$ 2 bilhões e gerou mais de 65 mil vagas diretas e indiretas.

Barros colaborou ativamente do projeto desde o planejamento estratégico até a apresentação ao mercado latino-americano, especialmente ao Brasil. O objetivo foi reposicionar o Universal Orlando Resort como destino completo de férias, com o quarto parque temático integrado aos hotéis e experiências existentes.

Desafios e trajetória do Epic Universe

Entre os principais obstáculos, Barros destaca o ciclo longo do projeto—aproximadamente dez anos entre conceito e inauguração—e a gestão de comunicação, preservando surpresas sem comprometer o fluxo de visitantes. A pandemia trouxe interrupções e incertezas, mas o investimento permaneceu estável.

Outro ponto citado foi o equilíbrio entre manter o segredo do anúncio e evitar impactos negativos nos parques já existentes. A estratégia visou entregar novidades sem prejudicar a operação dos parques anteriores.

Impacto local e diferencial da Universal

O executivo ressalta que o Epic Universe ampliou a oferta de entretenimento em Orlando, com 11 hotéis e 11 mil quartos, ampliando opções para diferentes perfis de público. Economicamente, o parque contribuiu de modo relevante para a região nos primeiros 12 meses.

Barros aponta a proposta de valor da Universal como um fator de diferenciação: atendimento a toda a família sem exigir reservas de atrações, aliado à integração entre parques e hotéis próximos com benefícios como entrada antecipada e transporte. A Universal se apresenta como uma “challenger brand”.

Novidades e projetos futuros

Apesar de o Epic Universe estar apenas no começo, a Universal já confirmou lançamentos próximos, como a atração Fast & Furious: Hollywood Drift, com estreia prevista em 2024 no Hollywood e em 2027 em Orlando. Outros projetos estão em desenvolvimento, incluindo um parque no Reino Unido.

Sobre expansão regional, o executivo afirma que o foco atual é nos Estados Unidos, com projetos como o Universal Kids Resort em Frisco, Texas, e o Universal Horror Unleashed em Las Vegas. A empresa também planeja a construção de um primeiro complexo na Europa, no Reino Unido, com entrega prevista até 2031.

Brasil e América Latina

Barros destaca o Brasil como mercado relevante, com o público brasileiro demonstrando permanência maior durante as férias e preferência por ingressos que dão acesso aos quatro parques. Esse perfil facilita o consumo dentro do complexo, segundo o executivo.

Ao ser perguntado sobre eventual expansão na América Latina, ele afirma que o foco está nos EUA no momento, com a expectativa de manter o Brasil como polo emissor e reforçar a presença regional por meio de ofertas de entretenimento e parcerias.

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