- Cavalcante, em Goiás, recebe a 4ª Mostra Afro Cena e a 3ª Mostra de Teatro Afro Cena entre quinta e domingo, no espaço Osoca, que já abrigou a antiga cadeia pública da cidade.
- O Osoca, hoje usado para cultura, guarda memória de violências contra pessoas escravizadas e é apresentado como palco de ressignificação pelo contato com a arte.
- A mostra reúne espetáculos, apresentações musicais, oficinas, rodas de conversa e atividades formativas, envolvendo artesãos, cozinheiras, artistas e empreendedores culturais negros e quilombolas.
- Nesta quinta-feira, destacam-se no palco a Pequena Orquestra de Cavalcante, Curraleira Engenho 2, Dança Sussa Kalunga e o cantor quilombola Allexy Nerys.
- De sexta a domingo, sobem ao palco Danúbio (Distrito Federal), Sarará Crioulo (Cavalcante e Quilombo Kalunga), recital Vozes Negras (Salvador) e a performance Ancestrais a Benção (coletivo de mulheres negras e indígenas de Goiás).
O espaço histórico conhecido como Osoca, em Cavalcante (GO), abriga a antiga cadeia pública e guarda memórias das violências contra pessoas escravizadas. Ruínas foram ressignificadas pela comunidade de artistas locais. Neste feriadão de quinta a domingo, o espaço recebe a 4ª Mostra Afro Cena e a 3ª Mostra de Teatro Afro Cena.
A Mostra ocorre no território Kalunga, o maior território quilombola do Brasil, e reúne apresentações culturais, oficinas, rodas de conversa e ações formativas. A transformação do Osoca, hoje dedicado à cultura, é vista como forma de valorizar a memória histórica da cidade.
Para a quinta-feira (4), estão previstos espetáculos, artesanato, culinária e shows de artistas negros e quilombolas, incluindo a Pequena Orquestra de Cavalcante, a Curraleira Engenho 2, a Dança Sussa Kalunga e o cantor Allexy Nerys. A programação continua de sexta (5) a domingo (7) com peças e recitais de artistas de Cavalcante, do Quilombo Kalunga e de Salvador (BA).
Entre os destaques da Mostra de Teatro Afro Cena, constam o espetáculo Danúbio (DF), Sarará Crioulo, com artistas locais e do Kalunga, o recital Vozes Negras de Salvador e a performance Ancestrais a Benção, de um coletivo de mulheres negras e indígenas de Goiás. A proposta é manter o espaço vivo como palco de debates, cultura e integração comunitária.
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