- A São Paulo Companhia de Dança abre a temporada 2026 no Teatro Sérgio Cardoso com dois programas distintos, de 4 a 7 de junho e de 11 a 14 de junho, sob o tema “Como Quem Sonha”.
- A programação reúne dança clássica e contemporânea, com sessões gratuitas, palestras e ações de acessibilidade, incluindo audiodescrição e intérprete de libras aos sábados e domingos.
- Na primeira semana, ocorre a apresentação integral de O Lago dos Cisnes, criado a partir de Marius Petipa e Lev Ivanov, com participação da São Paulo Companhia Jovem de Dança.
- Na segunda semana, entram Indigo Rose de Jiří Kylián, Agora de Cassi Abranches e a estreia de O Som da Chuva, de Joëlle Bouvier, proposta que mescla imagens poéticas e música diversa.
- Os ingressos começam em R$ 32,50 (meia-entrada) e já estão à venda pelo site da SPCD.
A São Paulo Companhia de Dança (SPCD) abre a temporada 2026 na cidade de São Paulo com dois programas distintos no Teatro Sérgio Cardoso. A temporada, intitulada Como Quem Sonha, será apresentada entre 4 e 7 de junho e entre 11 e 14 de junho, reunindo repertórios clássico e contemporâneo. A SPCD integra a Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo e é gerida pela APAA, sob a direção de Inês Bogéa.
Além dos espetáculos, a programação inclui atividades educativas com sessões gratuitas, palestras e ações de acessibilidade, como audiodescrição e intérprete de Libras às sessões aos sábados e domingos. Ingressos já estão disponíveis a partir de R$ 32,50 (meia-entrada) pelo site da SPCD.
O Lago dos Cisnes: primeira semana
O Lago dos Cisnes, coreografia de Mario Galizzi a partir de Marius Petipa e Lev Ivanov, abre a temporada com sessões em 4 a 7 de junho. As apresentações ocorrem de quinta a domingo, com horários variados, incluindo sessão extra no sábado. O elenco recebe a participação da São Paulo Companhia Jovem de Dança.
A Cia Jovem nasce do Curso de Especialização em Dança da São Paulo Escola de Dança, equipamento da Secretaria da Cultura. A iniciativa forma 20 jovens bailarinos e integra a trilha formativa voltada ao mercado da dança. A obra acompanha Siegfried, Odette e Odile, em uma narrativa clássica sobre amor, engano e derrota do mal.
Segunda semana de programação
Entre 11 e 14 de junho, quinta a sábado às 20h e domingo às 16h, o público verá Indigo Rose de Jiří Kylián, Agora de Cassi Abranches e a estreia de O Som da Chuva, de Joëlle Bouvier. A coreógrafa francesa desenvolve uma obra para a SPCD após Odisseia, destacando estados emocionais ligados ao amor.
Indigo Rose celebra a juventude e as relações humanas, com movimentação rápida e expressão lírica. A peça utiliza cortina de seda branca, luzes e projeções, integrando repertório já apresentado pela SPCD com a assinatura de Kylián. Indigo Rose é a terceira criação de Kylián no corpus da companhia.
Agora, terceira criação de Cassi Abranches para a SPCD, trabalha o conceito de tempo em suas várias faces — musical, cronológico e térmico — a partir de uma trilha de Sebastian Piracés que mescla percussão afro-brasileira, rock e canto. A obra recebeu, em 2019, o Prêmio APCA de Melhor Coreografia.
O Som da Chuva, em estreia, propõe uma dramaturgia visual poética com objetos simples, oferecendo um cenário onírico. A trilha reúne compositores variados e a direção de Joëlle Bouvier, que reflete a força da dança da SPCD aliada a elementos naturais e imagéticos.
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