- A mostra Constelações Contemporâneas reúne 41 artistas do Distrito Federal e mais de 200 obras no Teatro Nacional Claudio Santoro, em Brasília.
- A exposição fica em cartaz neste Dia dos Namorados (12/6), funciona das 12h às 20h e tem entrada franca.
- A curadoria é de Monica Tachotte e a proposta valoriza a produção artística local, conectando território, memória e identidade do DF.
- A iniciativa é do Metrópoles Arte com apoio da Secretaria de Turismo do Distrito Federal; retire o ingresso pelo site da parceria.
- As obras dialogam com diferentes linguagens e visões, convidando o público a enxergar a capital além dos seus monumentos.
A exposição Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília está em cartaz no Teatro Nacional Claudio Santoro e reúne 41 artistas do Distrito Federal. Com mais de 200 obras, a mostra fica aberta ao público das 12h às 20h e a entrada é gratuita. A ideia é oferecer uma experiência sensorial para quem procura cultura neste Dia dos Namorados.
O projeto é comandado pela curadora Monica Tachotte e representa a discussão sobre a produção artística local. A proposta transforma o espaço do teatro em um encontro de criadores de diferentes gerações, técnicas e linguagens, destacando a força da produção na capital.
As obras dialogam com o território, explorando aspectos simbólicos, sociais e urbanos que atravessam a vivência no DF. A curadoria busca revelar camadas de memória, identidade e transformação da cidade, além de convidar o público a enxergar Brasília além de seus monumentos.
A mostra conta com apoio da Secretaria de Turismo do Distrito Federal (Setur-DF) e é promovida pela parceria entre o Metrópoles Arte e a instituição. O objetivo é promover a cultura local e estimular o acesso gratuito às obras ao longo do evento.
Entre os nomes presentes, destacam-se artistas como Andre Santangelo, Antônio Obá, Bruna Zanatta, Camila Soato, Capra Maia, Carlos Lin e Celso Junior, entre outros. A lista completa reúne diversas visões representativas da cena regional.
A organização ressalta que o espaço é adequado para visitas mediadas, com itinerários que ajudam o público a contextualizar cada eixo curatorial. A iniciativa reforça o papel do Teatro Nacional como palco de expressão contemporânea.
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