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Fabiana Gabaskallás estreia Bienal de Curitiba com obra sobre conexão humana

Obra de Fabiana Gabaskallás na Bienal de Curitiba usa o oceano como metáfora para deslocamentos, memória coletiva e interdependência entre culturas

Mulher com roupa preta sentada em cadeira dobrável cinza, com pernas cruzadas, diante de grande pintura abstrata com predominância de verdes, rosas e vermelhos. Piso de madeira clara e parede coberta pela obra vibrante.
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  • Fabiana Gabaskallás estreia na Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba com a instalação Seascape: O Que nos Separa é Também o Que nos Conecta.
  • A obra reúne 124 pinturas de diferentes dimensões e usa o oceano como metáfora para deslocamentos, memória coletiva, interdependência e vínculos entre culturas, histórias e territórios.
  • A 16ª edição da Bienal ocorre entre 14 de junho e 15 de novembro.
  • Seascape conecta referências desde as grandes navegações até as redes de cabos submarinos que sustentam a internet, explorando conexões entre povos.
  • A participação inclui colaboração de Jullia Gouveia, Diego Alejandro e Karina Matias.

Fabiana Gabaskallás estreia na Bienal Internacional de Curitiba com a instalação Seascape: O Que nos Separa é Também o Que nos Conecta. A obra reúne 124 pinturas de diferentes dimensões e utiliza o oceano como metáfora para discutir deslocamentos, memória coletiva, interdependência e vínculos entre culturas, histórias e territórios. A 16ª edição da Bienal acontece de 14 de junho a 15 de novembro.

A instalação propõe um percurso que dialoga desde as grandes navegações até as redes de cabos submarinos que sustentam a internet, evidenciando conexões permanentes entre povos. Gabaskallás desenvolve pesquisas sobre biodiversidade brasileira e história da medicina colonial, mesclando figurativo e abstrato em sua produção.

Sobre a obra

Segundo nota da artista, o oceano é visto como fronteira que não se limita ao espaço físico, conectando culturas através das águas percorridas por navegadores do século XVI e pelos fluxos de dados que circulam pelo fundo oceânico. A mostra é realizada em parceria com Jullia Gouveia, Diego Alejandro e Karina Matias.

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