- Durante as festas de São João, o Alto do Moura fica lotado de restaurantes com comidas típicas, como tanajura frita com farofa, carne de bode, manteiga de garrafa e carne de sol na nata.
- O bairro é reconhecido pela Unesco como o maior Centro de Artes Figurativas das Américas e é o berço do artesanato de barro; é possível visitar a Casa do Mestre Vitalino.
- Uma barraca vendia porção de tanajura frita por R$ 10, e o vendedor, de Cumaru, destacava que turistas costumam considerar a tanajura uma das iguarias mais gostosas.
- O vendedor afirmou que a tanajura custa, em média, R$ 500 o quilo na região e reforçou a diversidade de culturas representadas no Alto do Moura durante o evento.
- A Casa Museu Mestre Vitalino é uma das atrações, com entrada de R$ 2; o local preserva itens pessoais do mestre e mostra a vida e a arte do artista do barro.
O Alto do Moura, em Caruaru (PE), desponta como principal polo gastronômico durante as festas de São João. Localizado a cerca de 8 km do centro, reúne restaurantes que oferecem tradição nordestina, com destaque para pratos como tanajura frita, carne de bode e manteiga de garrafa.
Durante os festejos, a região recebe milhares de turistas. Barracas se dedicam à culinária típica, com forró e opções que vão da carne de sol na nata a iguarias locais. O espaço é reconhecido pela UNESCO como o maior Centro de Artes Figurativas das Américas, berço do artesanato de barro.
A CNN Brasil visitou Caruaru e o Alto do Moura, onde uma barraca vendia porção de tanajura a R$ 10. O vendedor, que usa megafone para chamar clientes, destaca a popularidade entre os turistas. Ele também reforça que a tanajura é valorizada na região.
A tanajura evidencia o mix de cultura e gastronomia local, com preço de referência de aproximadamente R$ 500 o quilo. Ao chegar, o visitante encontra diversidade de sabores que representam o território do Agreste, Mata Norte, Mata Sul e Sertão.
Casa Museu Mestre Vitalino
A Casa Museu Mestre Vitalino é uma das atrações do Alto do Moura. Turistas costumam tirar fotos e conhecer o local onde morou um dos maiores artistas do barro do país. A família preserva objetos pessoais, como roupas, pífanos e peças utilizadas pelo artesão.
Alexandre Mendonça, vindo de Recife, elogia a experiência e destaca a riqueza cultural presente no espaço. A entrada na casa custa R$ 2. A neta do artesão comenta o orgulho de preservar a história da família e explicar a arte do barro, iniciada por Vitalino.
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