A coleção de verão 2025 da Dior, apresentada por Maria Grazia Chiuri, revisita silhuetas clássicas da moda, como a “Cigale” e a “Trapèze”, criadas por Christian Dior e Yves Saint Laurent, respectivamente. As peças destacam cinturas ajustadas e saias armadas, além de crinolinas em diferentes comprimentos. Bustiês e saias drapeadas ressaltam as proporções contrastantes, enquanto […]
A coleção de verão 2025 da Dior, apresentada por Maria Grazia Chiuri, revisita silhuetas clássicas da moda, como a “Cigale” e a “Trapèze”, criadas por Christian Dior e Yves Saint Laurent, respectivamente. As peças destacam cinturas ajustadas e saias armadas, além de crinolinas em diferentes comprimentos. Bustiês e saias drapeadas ressaltam as proporções contrastantes, enquanto bordados e rendas delicadas complementam os looks.
O desfile ocorreu no Museu Rodin, em Paris, e contou com um cenário inspirado em nove pinturas da artista indiana Rithika Merchant, que retratam elementos da natureza em alusão ao feminino, tema recorrente na obra de Chiuri. As modelos, com moicanos e sapatos sem salto, evocaram uma imagem de guerreiras, equilibrando a elegância das silhuetas com uma estética mais ousada.
A primeira fila do evento foi estrelada por embaixadoras da marca, incluindo Venus Williams, Jenna Ortega e Anya Taylor-Joy, além de outras personalidades como Carla Bruni e Elizabeth Debicki. A presença dessas figuras notáveis reforçou a importância do evento no calendário da moda, destacando a relevância da Dior na alta-costura contemporânea.
A coleção reflete a habilidade de Chiuri em mesclar tradição e inovação, mantendo a essência da maison enquanto explora novas narrativas visuais. O desfile não apenas celebra a história da Dior, mas também propõe uma nova interpretação da feminilidade através de suas criações.
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