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ADUs transformam espaços e fortalecem laços familiares em meio à crise habitacional

ADUs transformam espaços em lares e geram renda. Conheça a jornada de uma empreendedora que reimaginou sua tiny home.

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Durante a pandemia em 2020, a autora decidiu construir uma tiny home no quintal para gerar renda e alugar um espaço seguro. Ela transformou um shed em uma unidade habitacional (ADU) de 27 metros quadrados, gastando cerca de 35 mil dólares. Inicialmente, a tiny home foi alugada como um espaço de curto prazo, mas em 2022, a autora decidiu mudar para aluguéis de longo prazo, oferecendo o espaço a estudantes e profissionais por cerca de 1.300 dólares mensais. Em 2023, após um término de relacionamento, ela se mudou para a ADU, que se tornou um refúgio e ajudou em sua recuperação emocional. Quando sua irmã se mudou para Atlanta, ela ofereceu a ADU para que a irmã e o cunhado pudessem se estabelecer sem pressão financeira. Hoje, a ADU abriga a família da irmã e simboliza a possibilidade de moradia acessível e apoio mútuo. A autora fundou a Gather ADU para ajudar outras pessoas a construir unidades semelhantes, promovendo a ideia de que essas estruturas podem oferecer flexibilidade e gerar renda, além de criar conexões familiares e comunitárias.

Em 2020, durante a pandemia, a empreendedora Precious Price decidiu construir uma tiny home em seu quintal em Atlanta. A medida visava gerar renda passiva e oferecer um espaço seguro para alugar, transformando um shed em uma unidade de habitação acessória (ADU). O investimento foi de R$ 35 mil.

Nos últimos cinco anos, a ADU passou de um aluguel de curto prazo para um espaço de moradia para sua família. Inicialmente, a unidade foi listada no Airbnb, atraindo diversos hóspedes e se tornando um dos imóveis mais populares de Price. Em 2022, ela decidiu mudar o foco, oferecendo a ADU para locações de médio e longo prazo, atendendo a estudantes e profissionais que buscavam moradia acessível.

Mudanças na Utilização da ADU

Em 2023, após um término de relacionamento, Price se mudou para a ADU, buscando um novo começo. Durante seis meses, ela viveu no espaço, alugando quartos em sua casa principal para estudantes, o que gerou uma renda total de R$ 2.725 mensais. Essa experiência a fez valorizar ainda mais o espaço, que se tornou um refúgio durante um período de transição pessoal.

Quando sua irmã se mudou para Atlanta, Price ofereceu a ADU para que ela e seu marido pudessem se estabelecer sem a pressão de altos custos de aluguel. Eles permaneceram inicialmente sem pagar aluguel, e depois começaram a contribuir com R$ 1.200 mensais. Essa convivência trouxe um novo sentido de comunidade e apoio familiar.

Impacto e Expansão

Atualmente, a ADU abriga a irmã de Price e sua família, simbolizando a possibilidade de reimaginar o uso do espaço. Price fundou a Gather ADU, uma empresa que ajuda outros a construir unidades semelhantes, promovendo a ideia de moradia acessível e flexível. Recentemente, a empresa iniciou a construção de sua primeira ADU na Geórgia.

Price destaca que as ADUs não são apenas sobre habitação, mas sobre conexão e crescimento. Com o aumento dos custos de moradia e a solidão crescente, essas unidades oferecem soluções práticas e sustentáveis para a comunidade.

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