- Mario De Vivo faz homenagem ao baterista Charlie Watts, falecido aos 80 anos, na edição desta semana do programa História do Rock.
- O episódio destaca o ritmo sólido de Watts que ajudou a banda Rolling Stones a ganhar liberdade musical, exemplificado por Paint It Black (1966).
- Sympathy for the Devil (1969) abre o programa, mostrando a influência do baterista.
- O coprodutor Gabriel Soares ressalta o swing de Watts, perceptível em Tumbling Dice.
- O programa também aborda a paixão de Watts pelo jazz, com referência ao álbum de 2000 contendo Kenny Clarke; encerra com (I Can’t Get No) Satisfaction.
- O público pode enviar sugestões para ouvinte@usp.br.
Mario De Vivo rende homenagem ao baterista Charlie Watts, falecido nesta semana aos 80 anos. Watts foi parte essencial dos Rolling Stones e teve papel decisivo na identidade rítmica da banda, segundo o apresentador.
Na edição desta semana do História do Rock, De Vivo destaca o efeito do seu ritmo sólido para a liberdade musical do grupo. Exemplo citado é *Paint It Black*, de 1966, que evidencia o fundamento que Watts proporcionava.
O programa traz depoimentos de amigos roqueiros e bateristas sobre Watts. Um deles, Gabriel Soares, coprodutor da atração, ressalta o swing do músico, perceptível em *Tumbling Dice*. A paixão de Watts pelo jazz também aparece, com menção a um álbum de 2000 que tem a faixa *Kenny Clarke*.
O roteiro encerra com a clássica música *(I Can’t Get No) Satisfaction*. O apresentador reforça a presença de Watts na história do rock e sua influência no ritmo da banda. O programa convida os ouvintes a enviar sugestões e comentários para o e-mail ouvinte@usp.br.
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