John Cooper, vocalista da banda Skillet, compartilhou suas experiências e aprendizados sobre a indústria musical em quase três décadas de carreira. Em entrevista ao podcast Behind the Setlist, ele refletiu sobre a importância do aspecto “business” na música, afirmando que, ao iniciar, muitos músicos, incluindo ele, tendem a ver a música apenas como arte. Cooper […]
John Cooper, vocalista da banda Skillet, compartilhou suas experiências e aprendizados sobre a indústria musical em quase três décadas de carreira. Em entrevista ao podcast Behind the Setlist, ele refletiu sobre a importância do aspecto “business” na música, afirmando que, ao iniciar, muitos músicos, incluindo ele, tendem a ver a música apenas como arte. Cooper destacou que essa visão pode levar a decisões financeiras ruins, como ignorar a necessidade de pagar contas e lidar com imprevistos, como a perda de uma roda do trailer durante uma turnê.
Cooper enfatizou a necessidade de estar mais envolvido nas questões administrativas de sua carreira. Ele aprendeu que, para que as coisas sejam feitas corretamente, é essencial participar ativamente, em vez de deixar tudo nas mãos de gerentes. Um momento crucial ocorreu quando seu contador pediu os impostos da banda, e ele percebeu que não havia declarado os prejuízos dos primeiros anos, resultando em multas. Essa experiência o levou a aconselhar seu eu mais jovem a equilibrar a paixão pela arte com a responsabilidade financeira.
Ao longo dos anos, Cooper adquiriu conhecimento sobre o lado comercial da música, inspirado por figuras como Nikki Sixx, do Mötley Crüe, que o alertou sobre a importância de cuidar dos negócios para garantir a longevidade na carreira. Essa sabedoria é particularmente relevante agora que Skillet se tornou independente, lançando seu novo álbum, Revolution, por meio de seu próprio selo, Hear It Loud, após quase duas décadas com a Atlantic Records.
Com a nova abordagem, a banda desfruta de maior controle criativo e a capacidade de lançar músicas com mais frequência. Cooper expressou entusiasmo pelo processo de criação do álbum, que levou apenas 13 meses para ser escrito, gravado e lançado, destacando que foi uma experiência divertida e gratificante.
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