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Rafael Bittencourt analisa semelhanças entre canções e aponta plágio de Adele

- Rafael Bittencourt, da banda Angra, analisa semelhanças entre músicas. - Juiz suspendeu execução de "Million years ago", mas permanece em streaming. - Defesa de Adele alega que semelhanças são clichês musicais conhecidos. - Laudo de Bittencourt pode impactar processo e direitos autorais de Adele. - Advogada de Geraes pede R$ 1 milhão e proibição de apresentações da cantora.

O cantor e compositor Rafael Bittencourt, da banda Angra, está elaborando um laudo para comprovar que a canção “Million years ago”, da britânica Adele, plagiou o samba “Mulheres”, de Toninho Geraes. O documento foi solicitado pela advogada de Geraes, Deborah Sztajnberg. A música de Adele, lançada em 2015 no álbum “25”, apresenta semelhanças com “Mulheres”, […]

O cantor e compositor Rafael Bittencourt, da banda Angra, está elaborando um laudo para comprovar que a canção “Million years ago”, da britânica Adele, plagiou o samba “Mulheres”, de Toninho Geraes. O documento foi solicitado pela advogada de Geraes, Deborah Sztajnberg. A música de Adele, lançada em 2015 no álbum “25”, apresenta semelhanças com “Mulheres”, gravada por Martinho da Vila em 1995. O juiz Victor Torres determinou a suspensão da canção, embora tenha afirmado que não há provas definitivas de plágio.

A defesa de Geraes contratou uma banda para tocar ambas as músicas em estúdio, apresentando gravações ao juiz, que observou uma “quase integral consonância melódica”. Após uma audiência em dezembro, a execução da canção foi proibida em eventos, mas permanece disponível nas plataformas digitais. O laudo de Bittencourt busca evidenciar que a similaridade entre as canções é um indicativo de plágio. Ele destacou a “sincronicidade perfeita” entre melodia, ritmo e harmonia das obras.

Bittencourt fez uma analogia para explicar a situação, comparando a criação musical a desenhar um trem com características específicas. A defesa de Adele e da Universal Music Publishing argumentou que as semelhanças são resultado de um clichê musical, uma progressão de acordes conhecida desde o período barroco. Para Bittencourt, essa defesa é uma “tentativa desesperada” de justificar a coincidência.

A advogada Sztajnberg elogiou o laudo de Bittencourt, escolhendo-o por sua formação clássica e reconhecimento internacional. Ela acredita que o laudo terá um “impacto brutal” no processo, que pede a retirada total da música de Adele e uma indenização de R$ 1 milhão. Sztajnberg está em Dubai para um congresso sobre direitos autorais, onde falará sobre a liminar que proíbe a execução de “Million years ago”.

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