O ator e diretor, conhecido por suas comédias nos anos 1990 e 2000, como Quem Vai Ficar com Mary? e Zoolander, agora se destaca em produções mais sérias, como a série Ruptura. Ele reflete sobre essa transição, afirmando que a comédia e a tragédia estão interligadas, e que a vulnerabilidade dos personagens é essencial para […]
O ator e diretor, conhecido por suas comédias nos anos 1990 e 2000, como Quem Vai Ficar com Mary? e Zoolander, agora se destaca em produções mais sérias, como a série Ruptura. Ele reflete sobre essa transição, afirmando que a comédia e a tragédia estão interligadas, e que a vulnerabilidade dos personagens é essencial para conquistar o público. O filme A Vida Secreta de Walter Mitty (2013) foi um marco em sua carreira, mas foi sua experiência com o diretor Noah Baumbach em Enquanto Somos Jovens (2014) que realmente o inspirou a explorar novos caminhos.
O ator menciona que o fracasso de Zoolander 2 (2016) o levou a se concentrar em projetos que realmente ama, como dirigir. Ele acredita que esse revés foi positivo, pois lhe deu tempo para repensar suas prioridades e buscar novas oportunidades. Ruptura apresenta uma distopia onde os funcionários não se lembram de suas vidas pessoais no trabalho, refletindo dilemas que o ator já considerava em sua vida pessoal.
Ele destaca a importância de equilibrar sua vida criativa, profissional e familiar, mencionando que seus filhos, agora adultos e atores, e sua esposa, Christine Taylor, também atriz, compartilham uma conexão artística. A comunicação é fundamental em sua dinâmica familiar, e ele enfatiza a necessidade de desconectar do trabalho para estar presente uns com os outros.
Por fim, o ator revela que prefere dirigir a atuar e aprecia o trabalho em equipe nas produções. No entanto, ele se sente mais à vontade na sala de edição, onde pode ter controle total sobre o produto final. Essa paixão pela direção e pela edição reflete seu desejo de contar histórias de forma impactante e significativa.
Entre na conversa da comunidade