Edward Berger, diretor de “Conclave”, voltou a conquistar a crítica com sua nova adaptação, que recebeu oito indicações ao Oscar 2025, incluindo Melhor Filme e Melhor Ator para Ralph Fiennes. O filme, que estreou nos cinemas brasileiros no dia 23 de janeiro, explora as intrigas e o processo de escolha do novo Papa após a […]
Edward Berger, diretor de “Conclave”, voltou a conquistar a crítica com sua nova adaptação, que recebeu oito indicações ao Oscar 2025, incluindo Melhor Filme e Melhor Ator para Ralph Fiennes. O filme, que estreou nos cinemas brasileiros no dia 23 de janeiro, explora as intrigas e o processo de escolha do novo Papa após a morte do pontífice, destacando a complexidade das relações no Vaticano e as tensões entre os cardeais.
A trama gira em torno do cardeal Lawrence, interpretado por Fiennes, que deve conduzir o conclave. Quatro cardeais se destacam como candidatos: Bellini, Adeyemi, Tedesco e Tremblay, cada um com suas ambições e segredos. A situação se complica com a chegada de Benitez, um cardeal mexicano que foi nomeado em segredo, o que intensifica a disputa e revela escândalos que podem mudar o rumo da eleição.
O filme tem gerado controvérsia, especialmente entre católicos, que criticam a forma como o conclave e a Igreja são retratados. Megyn Kelly, ex-âncora da Fox News, chamou “Conclave” de “o filme mais nojento e anticatólico que vi em muito tempo”. A polêmica se intensifica com a revelação final sobre a identidade do novo Papa, que provoca debates sobre sexualidade e a doutrina da Igreja.
Com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes, “Conclave” é considerado um dos favoritos ao Oscar, competindo com o brasileiro “Ainda Estou Aqui”. O filme, que combina elementos de thriller político e drama religioso, promete ser um dos grandes destaques da temporada de premiações.
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