La serie ‘Érase una vez el Oeste’ (American Primeval) representa una revisión audaz del género western, destacando por su enfoque realista y crudo. Creada por Mark L. Smith, guionista de ‘El Renacido’, y dirigida por Peter Berg, conocido por ‘El último superviviente’, la producción se aleja de la idealización típica do oeste de John Wayne, […]
La serie ‘Érase una vez el Oeste’ (American Primeval) representa una revisión audaz del género western, destacando por su enfoque realista y crudo. Creada por Mark L. Smith, guionista de ‘El Renacido’, y dirigida por Peter Berg, conocido por ‘El último superviviente’, la producción se aleja de la idealización típica do oeste de John Wayne, presentando un mundo violento e implacable. Os personagens são complexos, com moralidade ambígua, onde até o protagonista mais ético comete atos brutais sem remorso.
A trama se desenvolve em Utah em 1857, quatro anos antes da Guerra Civil, e é centrada em duas histórias principais: uma mãe e seu filho em fuga e uma jovem mormona em busca de seu futuro. Essas narrativas entrelaçam-se com a luta por território entre o governo federal, mormons e indígenas, incluindo os shoshones e paiutes. A série também aborda a matança de Mountain Meadows, um evento histórico em que mormons disfarçados de índios massacraram colonos, retratado com uma violência gráfica que evoca cenas de filmes como ‘Salvar o Soldado Ryan’.
Além da violência física, a série explora uma violência moral, evidenciando a desvalorização da vida e a justificação de crimes sob a religião. O elenco conta com Taylor Kitsch, Betty Gilpin, Dane DeHaan e Saura Lightfoot Leon, que trazem profundidade aos seus papéis. Com seis episódios disponíveis na Netflix, a minissérie promete uma experiência intensa e reflexiva sobre as complexidades do Velho Oeste.
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