Amaia Romero, cantora de 26 anos, chegou atrasada a uma entrevista, mas manteve o bom humor ao falar sobre sua carreira. Com o lançamento de seu terceiro álbum, “Si abro los ojos no es real”, marcado para 31 de janeiro, a artista reflete sobre sua trajetória desde “Operación Triunfo” em 2018. Apesar de ter enfrentado […]
Amaia Romero, cantora de 26 anos, chegou atrasada a uma entrevista, mas manteve o bom humor ao falar sobre sua carreira. Com o lançamento de seu terceiro álbum, “Si abro los ojos no es real”, marcado para 31 de janeiro, a artista reflete sobre sua trajetória desde “Operación Triunfo” em 2018. Apesar de ter enfrentado pressões da indústria musical, ela afirma ter conseguido manter sua autonomia criativa, embora reconheça que seus próprios preconceitos a desafiem.
Durante a conversa, Amaia menciona a morte como um tema recorrente em suas novas músicas, especialmente após a perda de sua avó. Ela busca abordar o assunto de forma positiva, destacando a importância de refletir sobre a vida e a morte. A canção “Despedida” é uma homenagem a essa experiência. Além disso, a artista fala sobre sua relação com a mãe, que inspirou a letra de “M.A.P.S.”, refletindo sobre a transição para a vida adulta.
Amaia também discute a dinâmica de trabalhar com familiares, como seu irmão e seu namorado, reconhecendo os desafios que isso traz, mas enfatizando a comunicação como chave para o sucesso. Em relação à sua performance no programa “La revuelta”, ela expressa alívio ao perceber que, apesar da pressão, os ensaios foram produtivos e bem recebidos pela equipe.
Por fim, a cantora comenta sobre a polarização política entre os jovens, notando que, embora em seu círculo social a maioria seja progressista, ela se preocupa com o aumento do racismo e do machismo na sociedade. Amaia encerra a entrevista com um toque de leveza, reafirmando seu compromisso com a autenticidade em sua música e vida.
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