No ano passado, R$ 3,9 bilhões foram destinados pelo Ministério da Cultura a estados e municípios através da Lei Paulo Gustavo (LPG), com parte dos recursos investidos na abertura de cinemas em diversas regiões do Brasil. Um exemplo é a inauguração do Cine Aldeia, neste sábado, na Aldeia Inhaã-bé, em Manaus, que recebeu R$ 100.000 […]
No ano passado, R$ 3,9 bilhões foram destinados pelo Ministério da Cultura a estados e municípios através da Lei Paulo Gustavo (LPG), com parte dos recursos investidos na abertura de cinemas em diversas regiões do Brasil. Um exemplo é a inauguração do Cine Aldeia, neste sábado, na Aldeia Inhaã-bé, em Manaus, que recebeu R$ 100.000 para sua construção. Esta sala é uma das primeiras em aldeias indígenas e terá capacidade para 200 pessoas, exibindo produções audiovisuais, incluindo a transmissão ao vivo da entrega do Oscar, onde o filme brasileiro Ainda Estou Aqui está indicado.
Em Anápolis (GO), o Cine Sibasolly foi inaugurado em abril do ano passado, transformando um antigo prédio público na primeira sala de cinema da cidade. Com R$ 121.000 da LPG, o espaço foi adaptado para 55 lugares e oferece sessões gratuitas às terças-feiras, com programação variada. O cinema também colabora com a universidade local, permitindo exibições para alunos de escolas públicas.
No Rio Grande do Sul, o projeto RodaCine retornou após dez anos, com sua reestreia em Jaguarão. A iniciativa, viabilizada por R$ 300.000 da LPG e Netflix Brasil, prevê exibições em várias cidades do estado, incluindo São Lourenço do Sul e Pelotas. O projeto exibirá curtas e longas-metragens gaúchos, com sessões mediadas por realizadores e agentes culturais, alcançando 20 municípios ao longo do ano.
Essas iniciativas demonstram o impacto positivo da Lei Paulo Gustavo na promoção da cultura e do cinema em regiões diversas do Brasil, ampliando o acesso à produção audiovisual e incentivando a participação da comunidade local.
Entre na conversa da comunidade