Amy Allen fez história na 67ª edição do Grammy, realizada no dia 2 de fevereiro, ao se tornar a primeira mulher a vencer na categoria de compositora do ano, não clássica. Esta categoria é relativamente nova, tendo sido apresentada apenas três vezes, com Tobias Jesso Jr. como o vencedor inaugural em 2023. Allen superou concorrentes […]
Amy Allen fez história na 67ª edição do Grammy, realizada no dia 2 de fevereiro, ao se tornar a primeira mulher a vencer na categoria de compositora do ano, não clássica. Esta categoria é relativamente nova, tendo sido apresentada apenas três vezes, com Tobias Jesso Jr. como o vencedor inaugural em 2023. Allen superou concorrentes como Jessi Alexander e RAYE, destacando-se por suas contribuições em músicas de artistas renomados.
Os créditos de composição de Allen incluem faixas como “Espresso” e “Please Please Please” de Sabrina Carpenter, além de “Sweet Dreams” de Koe Wetzel e “Scared of my Guitar” de Olivia Rodrigo. A categoria de compositora do ano, não clássica, abrange todos os gêneros musicais, exceto o clássico, que é reconhecido em uma categoria separada. Allen já havia sido indicada ao Grammy anteriormente e venceu seu primeiro prêmio em 2023.
Além de sua vitória, Allen recebeu outras três indicações nesta edição: álbum do ano por “Short n’ Sweet” de Carpenter, canção do ano por “Please Please Please” e melhor canção escrita para mídia visual por “Better Place” do *NSYNC. Sua conquista marca um avanço significativo para a representação feminina na indústria musical, refletindo um movimento crescente em direção à igualdade de gênero.
Para celebrar a vitória de Allen, é importante lembrar que outras mulheres também fizeram história em diversas categorias de composição no Grammy. Carole King, por exemplo, foi a primeira mulher a ganhar na categoria de canção do ano em 1972. Essas conquistas destacam a importância das mulheres na música e a evolução das premiações ao longo dos anos.
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