Kingdom Come: Deliverance 2, lançado esta semana, recebeu críticas majoritariamente positivas, embora haja divisões entre os avaliadores. O jogo, sequência do RPG de 2018, leva os jogadores de volta ao papel de Henry, um órfão em meio ao tumulto geopolítico da Boêmia do século XV. A nova versão promete um mundo mais expansivo e detalhado, […]
Kingdom Come: Deliverance 2, lançado esta semana, recebeu críticas majoritariamente positivas, embora haja divisões entre os avaliadores. O jogo, sequência do RPG de 2018, leva os jogadores de volta ao papel de Henry, um órfão em meio ao tumulto geopolítico da Boêmia do século XV. A nova versão promete um mundo mais expansivo e detalhado, com novos sistemas de jogabilidade e um roteiro mais extenso. Jordan Middler, da VGC, descreve o jogo como “o momento Witcher 3 da Warhorse Studios”, elogiando sua confiança e execução.
Críticas como a de Katharine Castle, da Eurogamer, destacam que, apesar de admirar o jogo, ele pode ser uma “luta difícil e frustrante”. Ela menciona que o RPG não é projetado para proporcionar uma experiência agradável, mas sim para que o jogador siga a narrativa histórica de Henry, lidando com as consequências das ações de outros. A análise inicial aponta que as missões secundárias são um dos pontos altos, enquanto o combate e os menus textuais são considerados menos eficazes.
Outras análises, como a da IGN, ressaltam que o jogo se destaca por seu combate corpo a corpo, embora enfrente desafios em equilibrar a narrativa cinematográfica com a liberdade de um mundo aberto. GameSpot observa que, apesar de algumas falhas na representação da Boêmia, a sequência é uma melhoria significativa em combate e design de missões. A abordagem lenta e metódica pode não agradar a todos, mas aqueles que se adaptam encontrarão um RPG envolvente.
Por fim, a Digital Trends elogia o sistema de diálogo e reputação, que influenciam as interações do jogador, enquanto a The Gamer destaca que o jogo atende às expectativas dos fãs, oferecendo uma experiência rica e bem projetada. WindowsCentral e PC Gamer concordam que a sequência corrige falhas do original, proporcionando uma narrativa imersiva e um combate equilibrado, embora mantenha a essência simuladora que pode desagradar alguns jogadores.
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