Um colecionador italiano, Paolo Guzzini, se tornou proprietário de um retrato original de Amedeo Modigliani, adquirido há cerca de quinze anos de um vendedor particular. O quadro, pintado em Paris em 1906, foi recentemente autenticado e incluído no arquivo de Modigliani em Roma. A descoberta ocorreu após Guzzini investigar um selo distinto na parte de […]
Um colecionador italiano, Paolo Guzzini, se tornou proprietário de um retrato original de Amedeo Modigliani, adquirido há cerca de quinze anos de um vendedor particular. O quadro, pintado em Paris em 1906, foi recentemente autenticado e incluído no arquivo de Modigliani em Roma. A descoberta ocorreu após Guzzini investigar um selo distinto na parte de trás da obra, incentivado pelo crítico Alberto Mazzacchera.
A investigação revelou que o selo pertencia a uma loja onde artistas do início do século compravam materiais em Montmartre. Consultando a Fondazione Amedeo Modigliani, análises científicas confirmaram características típicas do período parisiense inicial de Modigliani, como o uso de tinta branca barata. O retrato é acreditado como sendo de Mario Cavalieri, amigo do artista. Guzzini destacou que o valor da obra vai além do preço de mercado, ressaltando sua importância histórica.
Em novembro de 2023, uma obra semelhante de Modigliani foi vendida na Sotheby’s Paris por mais de $403.000. Casos de descobertas valiosas em brechós também foram registrados, como uma aquarela de William H. Dorsey comprada por $10, agora exposta na Historical Society of Pennsylvania, e uma pintura de N. C. Wyeth adquirida por $4, avaliada em até $250.000.
Entretanto, nem todos os compradores de antiguidades têm sucesso. Um homem em Minnesota acreditou ter encontrado uma pintura de Vincent van Gogh por $50 em uma venda de garagem. A obra foi comprada pela LMI Group International, que a considerou original, mas o Museu Van Gogh em Amsterdã não conseguiu atribuí-la ao artista, deixando a empresa “perplexa”.
Entre na conversa da comunidade