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Pimpão brilha em ‘Ainda Estou Aqui’ e conquista os bastidores do Oscar

- O cachorro Pimpão é essencial em "Ainda Estou Aqui", simbolizando amor familiar. - A adestradora In-Coelum Perdigão detalhou a escolha do Jack Russell para o papel. - A relação entre os atores e Pimpão foi fundamental para a autenticidade das cenas. - Walter Salles priorizou a naturalidade, gravando as cenas em ordem cronológica. - Pimpão é parte de uma tradição de cães memoráveis no cinema, como Uggie.

O filme “Ainda Estou Aqui” ganhou destaque com a inclusão do cachorro Pimpão, que se tornou uma figura central na narrativa da família Paiva. Pimpão ilustra a rotina calorosa entre Marcelo, interpretado por Guilherme Silveira, e seu pai, Rubens, vivido por Selton Mello. A adestradora In-Coelum Perdigão, responsável pela escolha do cão, revelou que a […]

O filme “Ainda Estou Aqui” ganhou destaque com a inclusão do cachorro Pimpão, que se tornou uma figura central na narrativa da família Paiva. Pimpão ilustra a rotina calorosa entre Marcelo, interpretado por Guilherme Silveira, e seu pai, Rubens, vivido por Selton Mello. A adestradora In-Coelum Perdigão, responsável pela escolha do cão, revelou que a seleção do intérprete canino não foi simples, já que Marcelo não teve um cachorro na infância, mas a presença de Pimpão ajuda a humanizar a história.

In-Coelum optou por não utilizar um vira-lata, pois cada um tem características únicas, dificultando o uso de dublês. Ela inicialmente considerou um podengo português, mas surpreendeu a equipe ao trazer um Jack Russell, que encantou o diretor Walter Salles. A escolha se mostrou acertada, já que o Jack Russell pode parecer um vira-lata quando não está tosado, além de ter um histórico de sucesso em filmes, como “O Artista”.

O adestramento de Pimpão focou em garantir seu conforto no set, utilizando brinquedos e petiscos como incentivo. In-Coelum enfatizou a importância de criar uma conexão entre os atores e o cachorro, como no caso de Selton Mello, que foi incentivado a passear com Pimpão antes das gravações. Essa interação resultou em uma cena elogiada até por Sean Penn, destacando a naturalidade do filme.

Walter Salles também se preocupou em manter a continuidade temporal, utilizando o mesmo Pimpão em diferentes fases da história. In-Coelum, com vasta experiência, destacou o cuidado do diretor com cada detalhe, incluindo as cenas com o cachorro. Embora Pimpão não tenha sido indicado a prêmios este ano, sua presença no filme reforça a tradição de cães memoráveis no cinema, como Uggie, de “O Artista”, que conquistou o público e a crítica.

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