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Jon Batiste altera hino dos EUA no Super Bowl 2025 e provoca reações sobre Trump

- Jon Batiste cantou o hino dos EUA no Super Bowl 2025, surpreendendo a todos. - O cantor repetiu "The land of the free" três vezes, gerando polêmica. - Especulações indicam crítica a Donald Trump, presente no evento. - Philadelphia Eagles venceram os Kansas City Chiefs por 40 a 22. - Celebridades como Lionel Messi e Lady Gaga assistiram à apresentação.

No Super Bowl 2025, o cantor Jon Batiste foi o responsável por interpretar o hino nacional dos Estados Unidos, em um momento muito aguardado. Batiste, que ganhou notoriedade como líder da banda do programa The Late Show with Stephen Colbert entre 2015 e 2022, apresentou a canção ao piano em Nova Orleans, diante de uma […]

No Super Bowl 2025, o cantor Jon Batiste foi o responsável por interpretar o hino nacional dos Estados Unidos, em um momento muito aguardado. Batiste, que ganhou notoriedade como líder da banda do programa The Late Show with Stephen Colbert entre 2015 e 2022, apresentou a canção ao piano em Nova Orleans, diante de uma plateia repleta de celebridades, incluindo Lionel Messi, Lady Gaga e Donald Trump, que fez história como o primeiro presidente a comparecer ao evento.

Os Philadelphia Eagles conquistaram o título ao vencer os Kansas City Chiefs por 40 a 22. Durante a performance do hino, Batiste fez uma alteração notável ao repetir o verso “The land of the free” três vezes, o que gerou discussões nas redes sociais. Internautas interpretaram a repetição como uma possível crítica a Trump, que tem adotado políticas consideradas iliberais e protecionistas desde seu retorno à presidência.

As reações nas redes sociais foram diversas, com usuários comentando sobre a intenção de Batiste. Um internauta destacou: “Adoro o piano de Jon Batiste tocando ‘Land of the Free’ repetidamente para garantir que Donald Trump ouvisse.” Outro usuário observou a cena dos jogadores assistindo à performance, enquanto um terceiro sugeriu que a repetição foi uma forma de prolongar a saudação do presidente.

Essas interações nas redes sociais refletem a conexão entre a música e a política, especialmente em um evento de grande visibilidade como o Super Bowl, onde a cultura pop e questões sociais frequentemente se entrelaçam.

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