A estreia de Mickey 17, o novo filme de Bong Joon-ho com Robert Pattinson, ocorreu nesta quinta-feira (13) em Londres, gerando reações predominantemente positivas nas redes sociais. Críticos destacaram a atuação de Pattinson e Mark Ruffalo, embora alguns tenham apontado que o tom político do filme pode polarizar o público. Andrew J. Salazar, do Discussing […]
A estreia de Mickey 17, o novo filme de Bong Joon-ho com Robert Pattinson, ocorreu nesta quinta-feira (13) em Londres, gerando reações predominantemente positivas nas redes sociais. Críticos destacaram a atuação de Pattinson e Mark Ruffalo, embora alguns tenham apontado que o tom político do filme pode polarizar o público. Andrew J. Salazar, do Discussing Film, comentou que o filme é uma “mistura de drama de ficção científica e sátira política”, ressaltando que a abordagem de Bong Joon-ho pode não agradar a todos.
Barry Hertz, do The Globe and Mail, elogiou o controle criativo de Bong, descrevendo o filme como uma “jornada caótica pelos piores instintos da humanidade”. Ele comparou Mickey 17 a uma versão aprimorada de Okja e Moon, destacando a performance de Ruffalo como uma crítica ao ex-presidente Donald Trump. Joshua Encinias também elogiou o filme, chamando-o de “o melhor trabalho em inglês de Bong Joon-ho até agora”, e elogiou a interpretação de Pattinson como uma combinação de Steve Buscemi e Jerry Lewis.
Por outro lado, Germain Lussier, do Gizmodo, expressou que, apesar de ter gostado do filme, os paralelos políticos “muito familiares e óbvios” prejudicaram a diversão. Matt Maytum, do The Movie Wingman, elogiou a habilidade de Bong em equilibrar o absurdo e a sátira, enquanto Emily Murray, da TotalFilm, destacou a urgência do filme no contexto atual, elogiando a atuação de Pattinson e a performance de Ruffalo como um político corrupto.
Liam Crowley, do ScreenRant, descreveu Mickey 17 como uma “viagem alucinante e provocadora”, elogiando a imersão de Pattinson no personagem e a habilidade de Ruffalo em roubar cenas. Ele expressou o desejo de que o filme fosse mais sombrio, mas reconheceu que a obra provocou uma nova reflexão sobre a humanidade e a moral.
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