John Lydon, ex-vocalista dos Sex Pistols, criticou a decisão dos ex-colegas de banda de se reunirem com Frank Carter nos vocais, comparando a iniciativa a um “karaokê”. A turnê, que começou em 2024, conta com os membros originais Steve Jones, Paul Cook e Glen Matlock, mas Lydon não faz parte do projeto. Carter, conhecido por […]
John Lydon, ex-vocalista dos Sex Pistols, criticou a decisão dos ex-colegas de banda de se reunirem com Frank Carter nos vocais, comparando a iniciativa a um “karaokê”. A turnê, que começou em 2024, conta com os membros originais Steve Jones, Paul Cook e Glen Matlock, mas Lydon não faz parte do projeto. Carter, conhecido por seu trabalho com Gallows e Frank Carter And The Rattlesnakes, lidera a nova formação.
Os shows iniciais em Londres foram um sucesso, levando a uma série de apresentações pelo Reino Unido e Europa, com planos de expandir para Austrália e Nova Zelândia em 2025. Apesar do sucesso, Lydon expressou seu descontentamento, afirmando que a ausência dele poderia prejudicar o legado da banda. Ele declarou: “Quando soube que os Sex Pistols fariam turnê sem mim, fiquei irritado” e teme que isso trivialize a essência do grupo.
Em uma entrevista, Lydon enfatizou sua importância para a identidade da banda, afirmando: “Eu escrevi as músicas, não escrevi?” Ele também mencionou que a nova formação não possui a mesma autenticidade, chamando a turnê de “karaokê”. O músico se mostrou orgulhoso de ser visto como “difícil de trabalhar”, defendendo sua postura em relação à indústria musical.
Os Sex Pistols, que existiram de 1975 a 1978 e lançaram o icônico álbum *Never Mind the Bollocks, Here’s the Sex Pistols*, já se reuniram anteriormente, mas Lydon acredita que sua presença é essencial para a verdadeira essência da banda. A história do grupo inclui uma reformulação em 1996 e uma recusa em comparecer à cerimônia de indução ao Rock and Roll Hall of Fame em 2006, onde o chamaram de “mancha de urina”.
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