O filme brasileiro O Último Azul, dirigido por Gabriel Mascaro, teve sua estreia no Festival de Berlim, recebendo aclamação tanto da crítica quanto do público. Até o momento, o longa ainda não possui data definida para lançamento comercial no Brasil. O The Hollywood Reporter destacou a obra como um “lindo road movie de estrada aquática”, […]
O filme brasileiro O Último Azul, dirigido por Gabriel Mascaro, teve sua estreia no Festival de Berlim, recebendo aclamação tanto da crítica quanto do público. Até o momento, o longa ainda não possui data definida para lançamento comercial no Brasil. O The Hollywood Reporter destacou a obra como um “lindo road movie de estrada aquática”, que transforma a Amazônia em um espaço mágico de fuga e liberdade. A Variety elogiou a narrativa, afirmando que, ao contrário de trabalhos anteriores do diretor, a trama se mantém focada e comparou o filme a Filhos da Esperança.
O Screen Daily também fez comentários positivos, ressaltando que O Último Azul apresenta uma visão plausível de um futuro sombrio, com texturas e ritmos que se encaixam perfeitamente no tom do filme. O Deadline destacou uma cena em que as personagens Tereza e Roberta se banham com baldes de água, ressaltando a luz do sol e a comunhão entre elas, simbolizando uma flutuação para o futuro. A sinopse oficial revela que, em um contexto de isolamento vertical compulsório para idosos, Teca, de 77 anos, embarca em uma jornada clandestina pela Amazônia para realizar seu sonho de voar.
O filme, que já conquistou o prêmio de melhor roteiro no Festival de Veneza com Ainda Estou Aqui, foi bem avaliado na mostra competitiva de Berlim, com média de 3,4 estrelas entre os críticos. O drama Dreams, dirigido por Michel Franco e estrelado por Jessica Chastain, ficou em segundo lugar com 3,1 estrelas. O vencedor do Urso de Ouro será anunciado no dia 23 de fevereiro.
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