Uma crítica incisiva ao filme Ainda estou aqui foi divulgada na revista americana Variety no último sábado, 22. O texto faz uma analogia entre os regimes ditatoriais que marcaram o Brasil e a América Latina nas décadas de 1960 e 1970 e a atual situação política nos Estados Unidos sob o governo de Donald Trump. […]
Uma crítica incisiva ao filme Ainda estou aqui foi divulgada na revista americana Variety no último sábado, 22. O texto faz uma analogia entre os regimes ditatoriais que marcaram o Brasil e a América Latina nas décadas de 1960 e 1970 e a atual situação política nos Estados Unidos sob o governo de Donald Trump. O crítico Owen Gleiberman destaca que a narrativa de repressão apresentada no filme o levou a refletir sobre a possibilidade de eventos semelhantes ocorrerem na América contemporânea.
Gleiberman expressa que a experiência de assistir ao filme foi profundamente impactante, afirmando que se sentiu inquieto ao considerar a relevância da história no contexto atual. Ele menciona que a obra provoca questionamentos que antes não eram necessários, ressaltando a importância de revisitar temas de repressão e autoritarismo. A crítica enfatiza a capacidade do cinema de provocar reflexões sobre o passado e suas implicações no presente.
A análise de Variety sugere que o filme não apenas retrata um período sombrio da história, mas também serve como um alerta sobre os perigos da repressão política. Gleiberman conclui que a obra é uma “experiência cinematográfica que realmente me abalou”, destacando seu impacto emocional e a relevância de suas temáticas.
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