Desde mil novecentos e cinquenta e um, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas impõe que todos os vencedores do Oscar assinem um acordo que proíbe a venda da estatueta sem antes oferecê-la à própria Academia por US$ 1 (cerca de R$ 5,79). O regulamento no site oficial do Oscar destaca que “os vencedores não […]
Desde mil novecentos e cinquenta e um, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas impõe que todos os vencedores do Oscar assinem um acordo que proíbe a venda da estatueta sem antes oferecê-la à própria Academia por US$ 1 (cerca de R$ 5,79). O regulamento no site oficial do Oscar destaca que “os vencedores não deverão vender ou dispor da estatueta, nem permitir que ela seja vendida ou alienada por força da lei, sem primeiro se oferecer para vendê-la à Academia pela quantia de US$ 1,00.”
As estatuetas são compostas de bronze e banhadas a ouro, com um custo médio de produção de US$ 400 (aproximadamente R$ 2.316). Neste ano, o filme “Ainda Estou Aqui”, o primeiro longa original da Globoplay, está concorrendo nas categorias de Melhor Filme, Melhor Atriz (Fernanda Torres) e Melhor Filme Internacional. A cerimônia de premiação ocorrerá no próximo domingo, dia 2, com transmissão ao vivo pela TV Globo e cobertura completa no g1.
A estatueta do Oscar, feita de bronze maciço, mede 22 centímetros e pesa quatro quilos, sendo banhada em ouro 24 quilates. O custo de produção do prêmio varia entre US$ 500 e US$ 900 (cerca de R$ 3.000 a R$ 5.300). De acordo com as regras da Academia, é proibido vender ou abandonar o prêmio antes de oferecê-lo à Academia para recompra. Os prêmios que serão entregues na cerimônia deste domingo começaram a ser produzidos em março do ano passado, em Nova York, pela Polich Tallix Fine Art Foundry, utilizando processos tradicionais de fundição. O revestimento em ouro é aplicado posteriormente pela empresa Epner Technology, também de Nova York.
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