O Galo Gigante, ícone do carnaval do Recife, completa 30 anos de história com uma impressionante altura de 32 metros, a maior já registrada. Desde sua primeira versão em 1995, quando era fixado em uma plataforma sobre o Rio Capibaribe, o Galo passou por diversas transformações, gerando tanto piadas quanto polêmicas entre foliões e turistas. […]
O Galo Gigante, ícone do carnaval do Recife, completa 30 anos de história com uma impressionante altura de 32 metros, a maior já registrada. Desde sua primeira versão em 1995, quando era fixado em uma plataforma sobre o Rio Capibaribe, o Galo passou por diversas transformações, gerando tanto piadas quanto polêmicas entre foliões e turistas. Ao longo dos anos, o Galo já vestiu figurinos variados, incluindo acessórios como sombrinhas de frevo e óculos escuros.
A cada ano, o Galo Gigante se reinventa, refletindo críticas e elogios nas redes sociais. Em 2009, por exemplo, a figura foi considerada “magrinha”, enquanto em 2017 e 2018, suas versões causaram controvérsias, com grafites e comparações inusitadas. O colorido tem sido uma constante, com o Galo já vestindo as cores da bandeira do Brasil e até um calção de jogador de futebol em 2010. A alegoria é uma homenagem ao Clube das Máscaras O Galo da Madrugada, fundado em 1978.
Desde 2023, a “subida do Galo” ocorre à noite, atraindo grandes multidões. No dia 26 de fevereiro, uma orquestra de frevo animou os presentes enquanto eles registravam o momento. A estreia do Galo em 1995 foi marcada por uma estrutura de 28 metros de altura, e desde então, ele se tornou um símbolo do carnaval, homenageando figuras como Enéas Freire e Ariano Suassuna.
O Galo Gigante também já foi “high-tech”, com luzes noturnas em 2020. A evolução da alegoria, que começou com uma estrutura simples, agora se destaca como um dos principais atrativos do carnaval pernambucano, consolidando sua importância na cultura local.
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