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Yves revela transformação pessoal e artística em sua primeira turnê solo nos EUA

- Yves, ex-integrante do LOONA, lançou EPs aclamados em 2022, como "Loop". - Em turnê nos EUA, busca expressar sua verdadeira identidade como artista solo. - A artista destaca a liberdade criativa após assinar com a PAIX PER MIL. - Suas músicas misturam estilos, com "Viola" sendo a mais popular nos EUA. - Yves incentiva a aceitação da individualidade em um mundo crítico e opressivo.

Yves, integrante do grupo LOONA, busca redefinir a percepção sobre ídolos do K-pop como artistas completos. Desde sua estreia em 2017 com o single “New”, ela tem se destacado por sua abordagem experimental. Em 2023, lançou dois EPs, Loop e I Did, que figuraram nas listas de melhores álbuns da Billboard, com singles como “Viola” […]

Yves, integrante do grupo LOONA, busca redefinir a percepção sobre ídolos do K-pop como artistas completos. Desde sua estreia em 2017 com o single “New”, ela tem se destacado por sua abordagem experimental. Em 2023, lançou dois EPs, Loop e I Did, que figuraram nas listas de melhores álbuns da Billboard, com singles como “Viola” e “Loop” que exploram diversos estilos musicais. Até fevereiro de 2024, I Did acumulou 6 mil unidades equivalentes em vendas e cinco milhões de streams nos EUA, com “Viola” sendo a mais popular, com 2,16 milhões de streams.

Durante sua turnê Apple Cinnamon Crunch, Yves expressa sua evolução artística. “Sinto que posso me expressar mais agora”, afirmou, destacando a liberdade criativa que encontrou ao assinar com a PAIX PER MIL. A artista, que anteriormente se sentia limitada por sua imagem como integrante de um grupo, agora explora novas facetas de sua identidade musical. Ela se apresenta em um estilo que mistura punk e pop, conectando-se com fãs e transmitindo uma mensagem de aceitação e autenticidade.

Yves também reflete sobre sua transição para a carreira solo, enfatizando o apoio de seus fãs e colegas de LOONA. “Eles me convenceram a seguir uma carreira solo”, disse, ressaltando a importância de se sentir livre para ser quem realmente é. A artista compartilha que, apesar das dificuldades, mantém memórias positivas de sua experiência no grupo, comparando isso a um “dedo dolorido” que traz lembranças do passado.

Por fim, Yves aborda a pressão social e a crítica que muitos enfrentam, incentivando a aceitação da individualidade. “Não se sinta desencorajado por ser diferente”, aconselha, reafirmando seu desejo de ser tanto ídolo quanto artista. Ela busca um espaço onde possa se expressar plenamente, sem se limitar a rótulos, e deseja que sua jornada inspire outros a fazer o mesmo.

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