Nos últimos dois anos, Carla Prata se destacou à frente da bateria da Acadêmicos do Tucuruvi com fantasias tradicionais, mas em 2025 decidiu inovar. Ao chegar ao Sambódromo do Anhembi, em São Paulo, ela surpreendeu com uma fantasia ousada, que destacava apenas sua boca e olhos azuis. A fantasia, além de representar um felino, simboliza […]
Nos últimos dois anos, Carla Prata se destacou à frente da bateria da Acadêmicos do Tucuruvi com fantasias tradicionais, mas em 2025 decidiu inovar. Ao chegar ao Sambódromo do Anhembi, em São Paulo, ela surpreendeu com uma fantasia ousada, que destacava apenas sua boca e olhos azuis. A fantasia, além de representar um felino, simboliza os povos originários, o fogo e a força de rituais sagrados da tribo Tupinambá.
Defendendo o enredo “Assojaba – A Busca pelo Manto”, a Acadêmicos do Tucuruvi é a quinta escola a desfilar neste sábado, 1º de fevereiro. A performance de Carla como Rainha de Bateria contou com a colaboração de Renan Banove, coreógrafo com 20 anos de experiência em diversas escolas de Carnaval. Ele enfatizou a importância da sintonia entre eles para criar uma dança orgânica, permitindo que Carla se expressasse através do olhar.
Banove destacou que o objetivo não foi apenas preservar a sensualidade, mas também evitar o comum e o caricato. Para isso, ele promoveu ensaios intensos com Carla durante dois meses, focando nos passos que serão apresentados na Avenida e em exercícios funcionais que garantem resistência física para o desfile. A combinação de elementos artísticos e simbólicos promete um espetáculo impactante na apresentação da escola.
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