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Drones e chapéus voadores encantam público nos desfiles do carnaval 2025

- As escolas de samba do Grupo Especial inovaram com drones e iluminação cênica. - A Viradouro homenageou Malunguinho, líder quilombola, com chapéus voadores. - A Mangueira celebrou a cultura banto, destacando a herança africana no Rio. - Efeitos de luz e fumaça foram usados para intensificar a experiência visual. - O desfile enfatizou a resistência cultural e a ancestralidade afro-brasileira.

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Neste domingo, 2 de fevereiro de 2025, as comissões de frente do carnaval carioca trouxeram inovações tecnológicas e narrativas impactantes. A Viradouro, atual campeã, destacou-se com drones que fizeram chapéus levitarem, enquanto a Mangueira transformou esses dispositivos em pipas, criando um espetáculo visual. A iluminação cênica, utilizada por escolas como Imperatriz e Viradouro, também se […]

Neste domingo, 2 de fevereiro de 2025, as comissões de frente do carnaval carioca trouxeram inovações tecnológicas e narrativas impactantes. A Viradouro, atual campeã, destacou-se com drones que fizeram chapéus levitarem, enquanto a Mangueira transformou esses dispositivos em pipas, criando um espetáculo visual. A iluminação cênica, utilizada por escolas como Imperatriz e Viradouro, também se fez presente, valorizando os carros alegóricos e as performances, com efeitos que impressionaram o público.

A Viradouro apresentou o enredo “Malunguinho: o Mensageiro de Três Mundos”, que narra a história de Malunguinho, líder do Quilombo do Catucá. A comissão de frente, intitulada Sobô Nirê Mafá, encenou momentos de luta e cura, com chapéus representando o transe do personagem. A coreógrafa Priscilla Mota destacou a complexidade do trabalho, que exigiu ensaios rigorosos para garantir a aerodinâmica dos chapéus voadores, operados por drones.

A Mangueira, por sua vez, encerrou a noite com o enredo “À Flor da Terra – No Rio da Negritude Entre Dores e Paixões”, celebrando a influência dos povos bantos na cultura carioca. A comissão de frente utilizou drones para simular pipas, enquanto dançarinos emitiam faíscas ao dançar. Os coreógrafos Karina Dias e Lucas Maciel enfatizaram a importância de contar uma história que ressoe com o público, destacando o orgulho de representar a cultura da favela.

O uso de iluminação cênica foi um dos pontos altos do desfile, com efeitos que realçaram a apresentação das escolas. A Viradouro e a Imperatriz utilizaram a tecnologia para criar atmosferas únicas, enquanto a Mangueira incorporou elementos visuais que refletiam a luta e a resistência cultural. O carnaval de 2025 se destacou pela fusão de tradição e inovação, prometendo um espetáculo memorável.

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