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Salgueiro brilha com misticismo, enquanto Vila Isabel decepciona na segunda noite de desfiles

- A Unidos da Tijuca homenageou Logun Edé, mas teve desempenho morno e sem impacto. - Beija-Flor emocionou com tributo a Laíla, mas falhou em detalhes de alegorias. - Salgueiro destacou-se com estética apurada e samba animado, apesar de polêmicas. - Vila Isabel recebeu críticas por enredo confuso e alegorias problemáticas. - Terceira noite promete mais ansiedade, com Mocidade, Portela e outras na disputa.

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A segunda noite de desfiles na Marquês de Sapucaí apresentou erros técnicos em algumas agremiações. A Unidos da Tijuca, que iniciou seu desfile às 22h, homenageou o orixá Logun Edé, mas não conseguiu impressionar com suas alegorias e samba, que foram considerados medianos. A ausência da cantora Anitta, uma das compositoras do samba, e a […]

A segunda noite de desfiles na Marquês de Sapucaí apresentou erros técnicos em algumas agremiações. A Unidos da Tijuca, que iniciou seu desfile às 22h, homenageou o orixá Logun Edé, mas não conseguiu impressionar com suas alegorias e samba, que foram considerados medianos. A ausência da cantora Anitta, uma das compositoras do samba, e a falta da rainha da bateria, Lexa, que está afastada por problemas de saúde, contribuíram para uma apresentação morna, afastando a escola do grupo das campeãs.

A Beija-Flor de Nilópolis emocionou ao prestar tributo ao carnavalesco Laíla, falecido em 2021 devido a complicações da Covid-19. A escola trouxe à tona a religiosidade do homenageado, mas a falta de destaques em algumas alegorias pode prejudicar sua performance no campeonato. Por outro lado, o Salgueiro apresentou um desfile estético e místico, animando as arquibancadas com seu samba e destacando o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, apesar das polêmicas envolvendo Marcella Alves.

A Vila Isabel encerrou a noite com um enredo criticado, que misturou mitos do folclore nacional com personagens do cinema americano. A alegoria de Halloween e a presença de trajes indígenas geraram controvérsias, assim como a representação de Martinho da Vila em cima de uma caveira. O samba, considerado fraco, não conseguiu empolgar o público, exceto pela passagem de Sabrina Sato, que animou a bateria. A confusão no enredo pode comprometer a escola na classificação.

A expectativa para a terceira noite de desfiles, marcada para esta terça-feira, 4, é alta, com torcedores ansiosos. Nenhuma escola até agora se destacou como campeã, mas Mocidade, Portela, Grande Rio e Paraíso do Tuiuti ainda sonham com uma apresentação memorável.

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