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Mocidade brilha e Grande Rio encanta na última noite dos desfiles do Grupo Especial

- O carnaval carioca teve um novo formato, com um terceiro dia de desfiles. - Mocidade homenageou Márcia Lage e trouxe um enredo futurista impactante. - Paraíso do Tuiuti abordou a história de Xica Manicongo, mas enfrentou problemas. - Grande Rio apresentou um desfile suntuoso, promovendo o Pará e suas tradições. - Portela encerrou a noite com homenagem a Milton Nascimento e tecnologia inovadora.

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A última noite dos desfiles do Grupo Especial do carnaval carioca teve início com a Mocidade Independente de Padre Miguel, seguida por Paraíso do Tuiuti, Grande Rio e, por fim, Portela. Este ano, as escolas tiveram entre 70 e 80 minutos para se apresentar, um aumento significativo em relação aos anos anteriores. A Mocidade, com […]

A última noite dos desfiles do Grupo Especial do carnaval carioca teve início com a Mocidade Independente de Padre Miguel, seguida por Paraíso do Tuiuti, Grande Rio e, por fim, Portela. Este ano, as escolas tiveram entre 70 e 80 minutos para se apresentar, um aumento significativo em relação aos anos anteriores. A Mocidade, com o enredo “Voltando para o futuro, não há limites para sonhar”, trouxe uma proposta intergaláctica, destacando o uso de tecnologia e luzes de LED. O desfile, assinado por Renato e Márcia Lage, foi marcado pela leveza e humor, apesar da perda recente de Márcia, que faleceu em janeiro.

O comentarista Aydano André Motta destacou que a Mocidade apresentou a melhor comissão de frente do ano, com referências a “Matrix” e robôs, embora a segunda metade do desfile tenha apresentado irregularidades visuais. A escola, que buscou resgatar sua identidade, teve um desempenho divertido, mas não conseguiu manter o mesmo nível ao longo da apresentação. Em seguida, o Paraíso do Tuiuti abordou a história de Xica Manicongo, a primeira travesti do Brasil, em um desfile que se tornou um manifesto em defesa da população trans. Apesar de uma comissão de frente impactante, a escola enfrentou problemas de evolução e um canto apático em algumas alas, o que comprometeu sua apresentação.

A Acadêmicos do Grande Rio trouxe um desfile suntuoso com o enredo “Pororocas Parawaras”, destacando a cultura paraense e a despedida da atriz Paolla Oliveira como rainha de bateria. Os carnavalescos Leonardo Bora e Gabriel Haddad foram elogiados por suas alegorias e fantasias, embora alguns componentes tenham passado mal devido ao calor e ao peso das fantasias. O samba, considerado um dos melhores do ano, foi bem recebido, mas a escola enfrentou desafios com a dinâmica de julgamento que pode impactar suas notas.

Por fim, a Portela encerrou a noite com uma homenagem a Milton Nascimento, retratando sua trajetória musical em forma de procissão. Apesar de um desfile bem executado e respeitoso às tradições, a escola não conseguiu um samba à altura de seu enredo. A apresentação foi marcada pela tecnologia, com drones formando um sol sobre a Sapucaí, mas faltou um pouco mais de potência musical para embalar a festa. O carnaval de 2025 terminou em alto nível, celebrando a cultura brasileira.

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