A apresentação de músicos nos camarotes da Marquês de Sapucaí tem gerado debates acalorados durante o Carnaval de 2024. Enquanto alguns foliões aproveitam os shows, outros argumentam que as performances interferem nos desfiles das escolas de samba. Ju Ferraz, sócia de um camarote, defende a necessidade de respeitar as tradições do Carnaval, afirmando que “as […]
A apresentação de músicos nos camarotes da Marquês de Sapucaí tem gerado debates acalorados durante o Carnaval de 2024. Enquanto alguns foliões aproveitam os shows, outros argumentam que as performances interferem nos desfiles das escolas de samba. Ju Ferraz, sócia de um camarote, defende a necessidade de respeitar as tradições do Carnaval, afirmando que “as pessoas têm razão” ao reclamarem. Ela destacou que, após um incidente de vazamento de som no ano anterior, foram implementadas medidas para reduzir o impacto sonoro das festas.
A programação dos camarotes inclui apresentações de artistas menores logo após a passagem do último carro, enquanto as grandes estrelas se apresentam após a última escola. Entre os artistas que se apresentaram estão Tati Quebra Barraco, Buchecha, MC Daniel e Xand Avião. Ferraz enfatiza que o objetivo é “valorizar as escolas de samba”, que são a essência do Carnaval carioca.
Por outro lado, Xand Avião, um dos artistas que se apresentou, vê vantagens na presença de shows nos camarotes, afirmando que isso “divide o camarote” e oferece aos foliões a opção de escolher entre assistir ao show ou ao desfile. Ele promete um espetáculo “sem hora para acabar”, atraindo ainda mais a atenção do público.
A discussão sobre a presença de músicos nos camarotes reflete a tensão entre a tradição e a modernização do Carnaval, com diferentes perspectivas sobre como equilibrar a diversão e o respeito às escolas de samba.
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