Na terça-feira, Sotheby’s realizou sua venda de arte moderna e contemporânea em Londres, gerando £62,5 milhões com 38 lotes, quase alcançando a estimativa alta de £66,6 milhões. Apesar de três retiradas, incluindo a obra de Gerhard Richter, o leilão teve um desempenho positivo, com 90% dos lotes vendidos. A venda anterior do mesmo tipo arrecadou […]
Na terça-feira, Sotheby’s realizou sua venda de arte moderna e contemporânea em Londres, gerando £62,5 milhões com 38 lotes, quase alcançando a estimativa alta de £66,6 milhões. Apesar de três retiradas, incluindo a obra de Gerhard Richter, o leilão teve um desempenho positivo, com 90% dos lotes vendidos. A venda anterior do mesmo tipo arrecadou £82,2 milhões com 60 lotes, indicando uma leve queda nos resultados.
O ambiente no leilão foi animado, com uma sala cheia e colecionadores otimistas. Ottilie Windsor, co-chefe de arte contemporânea da Sotheby’s, destacou que o clima estava positivo, refletindo a disposição dos colecionadores para novas aquisições. O leiloeiro Oliver Barker apresentou lotes de destaque, como “Cosmic Eyes” de Yoshitomo Nara e “After Embah” de Lisa Brice, ambos com vendas expressivas.
A obra “Moonmad” de Max Ernst foi um dos destaques, vendida por £2,1 milhões, superando a estimativa de £800 mil. “Crude Oil” de Banksy, consagrada por seu vínculo com o falecido pintor Jack Vettriano, foi vendida por £4,3 milhões. O leilão também viu “After Embah” de Brice vender por £5,4 milhões, mais que o dobro de seu recorde anterior.
O clima de celebração continuou após o leilão, com o CEO Charlie Stewart afirmando que o resultado foi “bom para Londres”. A venda foi vista como um sinal de recuperação do mercado de arte, com colecionadores satisfeitos e um otimismo palpável entre os especialistas presentes.
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