Fernando Huici, crítico de arte de EL PAÍS por mais de 30 anos, faleceu em Madrid no dia 1 de março. Sua morte deixa um vazio significativo entre diversas gerações de artistas, que expressam sua admiração nas redes sociais. Huici era conhecido por sua humildade e cultura, abrangendo interesses que iam além do arte, como […]
Fernando Huici, crítico de arte de EL PAÍS por mais de 30 anos, faleceu em Madrid no dia 1 de março. Sua morte deixa um vazio significativo entre diversas gerações de artistas, que expressam sua admiração nas redes sociais. Huici era conhecido por sua humildade e cultura, abrangendo interesses que iam além do arte, como música, cinema e literatura, incluindo gêneros menos convencionais, como a novela negra.
Ele foi responsável por exposições marcantes, como a de Josep Torres Campalans no Museu Reina Sofía em 2003 e a celebração dos 20 anos do jornal em 1996. Huici também destacou artistas da vanguarda em exposições que, na época, eram praticamente ignorados. Seu trabalho foi fundamental para a percepção do arte contemporânea na Espanha, refletindo a transição do país para a modernidade.
Nascido em Barcelona em 1952, Huici veio de uma família de escritores, com seu pai atuando como roteirista e sua mãe publicando romances sob pseudônimo. Ele também era autor, tendo vencido o prêmio Eulalio Ferrer em 1977. Sua influência se estendeu à próxima geração, com seu filho Germán e sua companheira, Maria Escribano, ambos envolvidos nas artes.
Apesar da tristeza pela sua partida, muitos que o conheceram compartilham memórias alegres e momentos de celebração ao lado de Huici. Ele deixa um legado duradouro no mundo da arte e na cultura espanhola, sendo lembrado não apenas por suas contribuições profissionais, mas também por sua personalidade calorosa e humor.
Entre na conversa da comunidade