Josef Fares, diretor de Split Fiction, respondeu a comentários machistas e misóginos que surgiram após o lançamento do jogo, que apresenta duas protagonistas. Durante uma transmissão ao vivo no canal Fall Damage na última quinta-feira, Fares se deparou com um comentário que dizia que o jogo era “mais uma propaganda feminista”. Ele reagiu imediatamente, questionando: […]
Josef Fares, diretor de Split Fiction, respondeu a comentários machistas e misóginos que surgiram após o lançamento do jogo, que apresenta duas protagonistas. Durante uma transmissão ao vivo no canal Fall Damage na última quinta-feira, Fares se deparou com um comentário que dizia que o jogo era “mais uma propaganda feminista”. Ele reagiu imediatamente, questionando: “Que porra é essa?” e refletiu sobre a reação negativa ao protagonismo feminino, comparando com jogos anteriores que tinham personagens masculinos.
Fares destacou que a escolha de ter duas mulheres como protagonistas não deveria ser motivo de reclamação, afirmando que “bons personagens são o que me interessa”. Ele também mencionou que a história do jogo é inspirada em suas filhas, reforçando a importância da representação feminina. O diretor criticou a hipocrisia em torno das reações, lembrando que em outros jogos da Hazelight, como Brotherhood e A Way Out, o foco estava em personagens masculinos.
Split Fiction oferece uma variedade de estilos de jogabilidade, com mecânicas inovadoras surgindo a cada nível, alternando entre mundos de fantasia e ficção científica. Assim como outros títulos da Hazelight, o jogo permite que um amigo jogue sem precisar de uma cópia, utilizando o Passe de Amigo e uma conexão estável à internet. O jogo está disponível para PlayStation 5, Xbox Series X/S e PC.
Entre na conversa da comunidade